segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Lenda dos games Kingdom Hearts (parte3/6)

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Lenda dos games Kingdom Hearts (parte 3/6)

Olá a todos que me acompanhavam! E sim eu não morri. E eu sei nunca conseguirei criar uma frequência aqui no Double Ls. É... Enfim não irei chorar pelo leite derramado, já que eu tenho uma missão a cumprir que é analisar todos os jogos de Kingdom Hearts  mesmo já tento lançado o 3... É... Nem todo o planejamento é perfeito. Chega de enrolação e vamos para o PIOR jogo da franquia, Kingdom Hearts Re chain of memories.

Para começar Re chain of memories era um jogo de Game Boy advance ou seja um jogo de portátil (hoje em dia equivalente a um jogo de smartphone... É os tempos mudaram). Logo a jogabilidade complexa e dinâmica da franquia sofreu grandes mudanças para que o portátil conseguisse suportar o jogo. Assim Re chain of memories para o Game Boy advance era um RPG de turnos, com um sistema inédito de cartas. Sim Kingdom Hearts com cartas... Quem teve essa ideia brilhante... No entanto como o jogo tinha uma boa narrativa e gráficos bons para o portátil ele se saiu bem nas críticas e com o público, até o fatídico dia em que eles decidiram portar esse jogo para o PlayStation 2 a sua última versão, tirando os remasterizados que eu estou utilizando para usar na minha analise. Que trouxe a pior gameplay da franquia, utilizando jogo de cartas com RPG de ação e isso tudo ao mesmo tempo! Isso faz com que em ambos os aspectos ele não é agradável em nenhum deles, nem como jogo de cartas, e muito menos como um RPG de ação. Já que o jogo por conta das cartas que o Sora utiliza torna as coisas muito lentas, porém o jogo exige agilidade do jogador, logo concretizando um completo caos na sua cabeça!
 Funciona assim, o Sora tem um número X de cartas que ele pode usar em combate, entre elas têm magias, ataques, sumons (invocação de um ou mais personagens para auxiliar no combate, geralmente são bastante apelões), e em cima tem um número que diz o poder da carta. Ao selecionar a carta o Sora concretiza a ação respectiva dela, porém pode se utilizar mais de uma carta para intensificar a ação da primeira escolhida ou seja aumentando seu poder e o número dela. Simples não é? Antes fosse! Para que seu movimento seja efetuado com sucesso é necessário que o número da carta escolhida seja maior que a do inimigo escolhido. O problema disso é quando você com cautela seleciona uma carta poderosa do seu deck ela pode ser cancelada pelos simples fato do inimigo ter uma carta maior que a sua e logo anula por completo sua jogada, assim perdendo sua carta para o "baralho", o jogo te puni por não escolher rápido a suas cartas, enquanto você tem que desviar dos golpes dos inimigo, se posicionar para que suas cartas tenham sua ação concretiza corretamente e reencher a sua mão de cartas, porque ela esvazia por conta do Sora só poder utilizar um número determinado de cartas, igual a um jogo de cartas onde sempre tem que "comprar".Além disso é que ele fica totalmente vulnerável a combos e ataques dos inimigos ao tentar encher a mão de cartas, fazendo se necessário muita sorte e estratégia ao utilizar desta mecânica que é essencial no jogo. Agora junta tudo isso em um senário minusculo e quadrado com no minimo 5 inimigos, sim, virá um caos total, ocasionando em uma morte eminente.

Deixando a gameplay de lado por um instante, temos o enredo, que é o ponto mais alto desse jogo e da franquia. Entretanto em re chain of memories ,a a historia é bastante lenta e vaga, não te prende muito, comparada ao seu antecessor, posto que sua jogabilidade te desestimula a continuar, e entender o mistério do castle oblivion. Resumindo, acompanhamos Sora, Donald e Pateta apos o final do primeiro jogo, nos quias estão a procura do rei mickey e Riku, e acabam se deparando com castle oblivion, onde coincidentemente temos em paralelo a historia de Riku e Mickey no mesmo castelo ao qual mickey auxilia Riku na "superação" do seu poder das trevas. Outro ponto desestimulador desse jogo em especifico é que os senários da disney que iremos explorar são os mesmos do jogo anterior só que muito mais simplificados, possuindo formato de salas quadradas de um labirinto sem graça, repetindo todos os plots de cada mundo jogados anteriormente de forma mais chata, que é só por texto! YYYYEH!!!!! Sério mesmo, e sim eu não estou zoando, todos as historias dentro dos mundos da disney nesse jogo são narrados por diálogos em texto, se prepara para afundar o botão x do seu controle só para passar esses diálogos. E por isso que re chain of memories tem esse posto da segunda pior narrativa da franquia ( sim temos uma bem pior que essa)

Bom a partir daqui  entraremos na zona de spoilers, mas acho muito dificil você ainda querer jogar esse jogo logo apos minhas declarações 

Primeiramente, sim eu zerei isso, tudo para poupar seu sofrimento e pular para os próximos jogos que valem mais apena. Enfim, depois de sofrer com a jogabilidade frustrante,senários tediosos e afundar o botão do meu controle chegamos no final do jogo. Resumindo Sora derrota a metade da organização XIII, que se apropriou do castle oblivion, no qual um dos integrantes no incio recita o lema do local, "to lose is find the find is the lose this is the way in castle oblivion" , traduzindo perder é achar, achar é perder, este é o meio em castle oblivion. Esse lema me intrigou no jogo inteiro, já que todos os protagonistas perdem a memoria ao decorrer da narrativa, e o único laço que possuem são de seus "corações", bobo e clichê,eu sei. Quando Sora derrota Marluxia , aparece a Namine que é uma nova personagem, que irei explicar depois, por enquanto saiba que ela é uma garota que tem poderes importantes no castelo, ela diz que Sora só teria uma unica chance de recuperar suas memorias perdidas, que era ficar em uma especie de hibernação de 2 anos para que ela reconstruísse suas lembranças, mas ele esqueceria tudo oque aconteceu em castle oblivion. VAI ##$$$$@#!!!!!!! Passei por isso tudo para chegar no final e jogar tudo pela janela! Muito bom! Enquanto isso o Riku derrota sua copia sombria do Ensam e ele parte para sua redenção, ele segue o caminho rebelde, nem luz nem escuridão, mas sim o caminho do meio, que ele chama de amanhecer. Pelo menos o Riku lembra de algumas coisas do castelo, assim não tornando essa historia 100% descartável. 

Com tudo Kingdom Hearts Re Chain of Memories de PS2, é sofrível, jogabilidade ultrapassada, senários desinteressantes e repetitivos, baseando-se em leva e trás de itens e coleta de cartas para abrir portas. Historia massante, nada que um resuminho não te ajude a amarrar as pontas soltas da franquia. A impressão que me deu foi, que tentaram mesclar duas mecânicas opostas em um porte que tinha que sair antes do Kingdom Hearts 2, logo resultou em uma ideia ambiciosa que não teve o devido desenvolvimento, e uma melhora na forma que é contada a narrativa, já que tem muitos elementos novos que são introduzidos aqui, e deve-se ser bem esclarecidos para não boiar na historia complexa de Kingdom Hearts.
Por isso tudo que Kingdom Hearts Re Chain of Memories de PS2 recebe nota: 6.0 

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Lenda dos games Kingdom Hearts (parte 2/6)



Lenda dos games Kingdom Hearts (parte 2/6)



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Olá a todos os leitores do Double Ls! Tudo bem com vocês? Espero que estejam. E hoje vamos retomar a saga Kingdom Hearts. E o próximo na linha cronológica é o primeiro jogo de 2000 para PS2. Então pegue sua Keyblade e  "my friends is my light, my Power".
O enredo se passas 10 anos depois do final de Birth by sleep. Por tanto sessão spoilers da história no final da análise.
A história começa onde 3 amigos Sora Riku e Kairi, que vivem brincando em uma ilha chamada de Destiny Island. Tudo andava bem até que criaturas das trevas, conhecidas como Hearteles, levam o melhor amigo de Sora o Riku, e logo em seguida Kairi desaparece. No entanto uma Keyblade surge em sua mão e com ela começa a combater essas criaturas, porém já era tarde demais e o mundo de Sora foi tomado pelas trevas.
De repente Sora é acordado por Pluto em uma cidade onde indivíduos que perderam seus mundos são redirecionados para lá a Taverst Town. Assim Sora segue o Pluto e se depara com o Leon (protagonista de Final Fantasy 6) que explica toda situação, de que ele é o escolhido da keyblade, que ele é o único que pode fechar as ligações ente os mundo para impedir a "locomoção" dos Hearteles. De repente, no meio da conversa surge vários Hearteles e Sora foi impedir a invasão deles na cidade. Em determinado momento ele esbarra com Donald e Pateta, que dizem estar procurando o portador da chave, como seu rei Mickey mandou em uma carta antes dele desaparecer. Então Sora, Donald e Pateta partem em uma jornada para salvar os mundos dos Hearteles, enquanto procuram o rei Mickey juntamente a procura de Riku e Kairi no caminho.  

Agora vem a parte mais longa e necessária para toda a saga Kingdom Hearts, que é como o jogo funciona. O jogo é RPG de ação com um foco maior na ação nos combates, por ser em tempo real. O Sora e seus companheiros tem magias (que gastam mana, que pode ser recuperada com poções ou matando inimigos) e habilidades que ganham durante a aventura ou ao subir de nível. Elas vão desde golpes há movimentos para melhor exploração do senário. Neles além de baús e itens a serem coletados tem os NPCS que em sua maioria são personagens da Disney do mundo que o Sora resida, e um deles poderá acompanhar nas batalhas e tendo golpes e habilidades únicas. Matando os inimigos além de ganhar XP, eles "dropam" materiais que servem para craft de itens como aumento de força, poções ou até armas, juntamente com matérias para a Gumi-ship. A Gumi-ship é uma das piores coisas deste jogo em especial. Primeiramente os controles são duros e mira imprecisa. A montagem da sua própria nave é um saco, confuso e nada intuitivo. Não seria um problema se em todo mundo finalizado, para ir ao próximo mundo, você terá que passar por um caminho de Gumi-ship, para ir e voltar de um mundo. Mas quando é liberado a viajem rápida entre os mundos visitados o problema se ameniza, no entanto... se prepare para trechos entediantes. Outro ponto que pode irritar alguns que almejam o 100%, os minigames! São opcionais, são mas não acertaram desta vez, em termos de diversão. 
Com tudo Kingdom Hearts (1) é um excelente jogo, gameplay divertido mesmo com alguns problemas de câmera, história em e emocionante, personagens carismáticos. Por isso que o Double Ls da uma nota 8.5 
Nós comentários colocarei a continuação da história com spoilers do Birth by sleep. 
E é isso, qualquer dúvida crítica ou sugestão por favor deixe nos comentários. Até a próxima análise do Doble Ls!

terça-feira, 11 de setembro de 2018

New Game Plus Marvel's Spider Man

New Game Plus Marvel's Spider Man  


Olá a todos os aranha leitores tudo bem com vocês? E hoje será um New game plus especial, já que se trata do nosso amigo da vizinhança o Homem Aranha. Então vista sua máscara, prepare seu lançador de teia para curtir esse grande título do teioso.
Primeiramente esse jogo tinha uma grande responsabilidade nas mãos de ser superior ao grande Homem Aranha 2 de PS2 ou o Homem Aranha de Game Cube, já que quem é responsável pelo título é a grande insoniac games que é responsável por Reach and Clank e Sanset over drive. Como dizia o tio Ben "com grandes poderes há grandes responsabilidades" Mas será que esse jogo consegui suprir essa grande responsabilidade?
Felizmente fãs do cabeça de teia eu tenho o prazer imenso de falar que sim cumpriu o papel com excelência. O jogo funciona nos moldes da série Batman Arkham, porém ele é único tendo suas particularidades.
Começando pelo combate que  você tem dois botões, o de golpear e a esquiva, diferente da serie Arkham que tem o contra-ataque. O teioso também tem suas bugigangas de teia, e elas se tornam muito úteis no combate, como a teia "gancho" que puxa os inimigos para uma superfície que está acoplada e prende ele, assim o nocauteado. Mas mesmo assim elas não são essenciais para o sucesso de uma luta, porém facilita muito. Os inimigos são bastante variados, com o decorrer da campanha sempre somos apresentados um novo tipo ou "raça"(criminosos, os demônios e os agentes da Sable, entre eles há vários tipos deles, os armados, com escudo,arma branca e etc) de inimigos, assim ajuda a não se enjoar de sempre enfrentar a mesma ameaça.
Mas se o você não está em um combate frenético você estará se balançando com as teias pela ilha de Manhattan, que por sinal está linda e que demonstra estar viva. Os NPCs interagem com o herói fazendo vários comentários e gestos e em sua maioria estão em grande quantidade.
A movimentação é uma das coisas incríveis desse jogo, é plástico e fluido parecendo mesmo que você está controlando o Homem Aranha, com isso ao "surfar" pela cidade se torna algo tão prazeroso e gostoso de fazer, já que no meio de Manhattan terá diversos colecionáveis, que complementam a história do herói com várias curiosidades que ele passou sendo o Aranha, com isso dá vontade de pegar todos só para ouvir as curiosidades da história do Homem Aranha. Juntamente com o J.J Jameson e seu jornal de notícias contra o Homem Aranha que é hilário de ouvir.
Vamos agora ao enredo. Aqui o Peter Para já tem seus 23 anos e atuante do manto do Aranha já por uns 8 anos, no entanto ele ainda tem dificuldades ao lidar com suas duas vidas, já que a do Homem Aranha estava muito bem obrigado e a do Peter Parker não está a das melhores. O jogo começa com o Peter indo em direção ao prédio do Fisk o rei do crime para acabar com seu império em "New York". Mas o que ele menos esperava era que isso desencadearia muitos problemas para ambas as vidas que o Peter vive...
Não passarei desse ponto porque os fãs do herói conhecem seus personagens e vilões dos quadrinhos, filmes ou até os desenhos. Mas para quem não conhece o herói muito bem ( não sei como, só se você estava morando em uma caverna nesse tempo todo, mas ... Se for o caso porque a primeira coisa séria ler uma análise do Doble Ls... Obrigado então) talvez não gostara tanto do jogo como um fã assíduo do araquenidio. Mas se você é, aqui está um prato cheio de lamber os beiços de tão delicioso que é, cada detalhe sutil e óbvio.
Bom infelizmente nada é perfeito e o Homem Aranha não seria exceção. As vezes quando tenta fazer um movimento mais delicado ou cair em um lugar com cautela, o herói se atrapalha todo, no entanto foram poucos momentos que me ocorreram. Temos alguns bugs de senário, como entrar em um objeto ou até ver o chão da cidade mas de novo foi pouquíssimas vezes que me ocorreu.
Agora temos um probleminha que só afeta a nós brasileiros, que é a dublagem. Primeiramente você não pode jogar com o áudio original com as legendas em português, já que o idioma do jogo é selecionado de acordo com idioma do seu console. Já começamos com esse problema chato, talvez não seria um problema se a dublagem fosse boa. Nós sabemos que a dublagem de jogos no Brasil é recente e muito difícil de ser feita, mas Homem Aranha já é um personagem muito conhecido em nosso país. Então porque eles não traduziram os nomes que já estão consagrados aqui!!! Sério da agonia quando joga pela primeira vez. O jogo tá em português do Brasil e as personagens falam "Spider-Man" (na legenda também). E quando tem um nome com "r" ou derivados de outros sons diferentes entre as línguas, eles falam com o sotaque de brasileiro que tem algum conhecimento de inglês , que as vezes parece um pirata! Espero que consertem isso urgente! Para ontem!

Com tudo, Marvel's Spider Man, é o melhor jogo do herói já lançado, tirando finalmente o Homem aranha 2 do PS2 do pedestal. Historia muito bem construída e dinâmica, gameplay divertido e gráficos lindíssimos. Mesmo com a dublagem em português deixando a desejar, e alguns bugs, não atrapalha ou ofusca a maravilhosa experiencia desse titulo.
Por tudo isso a nota de Marvel's Spider Man é de 9.8. Um forte concorrente a game do ano. 
Bom obrigado por ter me acompanhado até aqui.Compartilhem está analise para seus amigos ou pessoas que talvez gostem desse conteúdo, juntamente com seu gostei para ajudar o Double Ls, seu feedback é muito importante. E qualquer duvida, critica ou sugestão deixe nos comentários. Nos vemos na próxima analise, tchau!!!

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Fim de sessão de O sabor da juventude

Fim de sessão de O sabor da juventude 

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Olá a todos!! E sejam muito bem-vindos a mais um fim de sessão. E hoje teremos mais um filme de animação. Da mesma equipe que fez Your Name, (já analisei Your Name aqui se quiser, vai lá dá uma conferida, já que a comparação entre os dois será inevitável) em agosto de 2018 o serviço de streaming vermelho trouxe 3 curtas da equipe unidas a um loga que no final "liga" as três historias (ou quase...). Pega um mini lenço já que vai ser bem rápido desta vez, e se prepare para pensar em sua juventude ou sentir nostalgia dela, já que a vida tem um sabor bem ramificado. 
O sabor da juventude é um drama realista que demonstra 3 "juventudes" diferentes. 
Pela primeira vez não irei falar o enredo para não estragar a surpresa, mas o segundo em especial não me identifiquei muito. No entanto todos os curtas são muito bem animados, no mesmo nível de your name. Inicialmente parece que a animação é inferior mas muito pelo contrário. Isso se dá por ser uma história mais realista que não depende de tantos efeitos visuais, assim gerando a impressão de ser menos bonito que your name. 
Porém o roteiro das histórias, por ser um curta são pouco explorados com finais abertos que esse diretor adora fazer.
A dublagem em português é excelente como sempre não precisa se preocupar com esse ponto. 
No final das contas O sabor da juventude é um bom filme de animação, não é melhor que seu antecessor mas mesmo assim é bom. Eu me identifiquei com a primeira e última história desta animação, e sim, teve um suor ocular. 
Portanto esse filme recebe nota 8.0 
Espero que tenham gostado qualquer dúvida, crítica ou sugestão por favor deixe nos comentários. Nós vemos na próxima análise. Tchau!!!😁

domingo, 12 de agosto de 2018

New Game Plus Persona 5

New Game Plus 

Persona 5 

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Olá a todos! Sejam bem-vindos a mais um quadro aqui do Double Ls (Serio eu devia parar de abrir quadros... é oque eu mais faço aqui...) Enfim o New Game Plus como o próprio nome diz, consiste em apresentar novos jogos que nos do Double Ls jogamos, podem ser bons ou ruins, mas para começar com o pé direito trouce um desconhecido por muitos aqui nas terras tupiniquins. Então chega de conversa e "Take your Time!" 

Persona 5 é um JRPG  por turnos (RPG japonês) lançado em 2015 no Japão e em 2017 para o resto do mundo. Desenvolvido pela Atlus e distribuído pela SEGA. 
O enredo é a parte mais importante é interessante deste título. Tudo começa quando seu protagonista é preso injustamente, mas como ele é de menor ele fica em uma espécie de prisão domiciliar na casa de um amigo dos pais do protagonista, que se localiza em Tokyo. Entre tanto ele deve ter uma vida de um estudante de 2 ano do ensino médio normal sem causar nenhuma confusão ou quaisquer delitos. Tudo estava indo bem até que um misterioso aplicativo surge no seu celular e o teleporta para um mundo distorcido onde o seu eu interior é sua força contra a massa. 

A história no início pode parecer boba como estou descrevendo, mas quando se dá uma chance ao jogo, em menos de 2 horas você já está totalmente imerso na história e nas personagens. Muitos podem ter preconceito por ser um estilo de desenho japonês/anieme e julgar ser infantil demais ou não tão profundo para o público mais velho, digo que não, já que ele aborda assuntos como abuso sexual e violência, abuso de poder, corrupção na política, como a sociedade por muita das vezes acabam inibindo o seu verdadeiro eu e entre outros assuntos que durante toda minha experiência me fez encarar a tela e pensar juntamente com os aplausos de como foi introduzido o assunto e de como foi explorado. Mesmo o jogo retratando a realidade japonesa, da para fazer vários paralelos.com o nosso país mesmo sendo do outro lado do globo. 

O jogo é um RPG de turno exemplo deste gênero é Pokémon. Porém esse jogo renovou o gênero com seu design inteligente e estiloso, sério eu nunca vi um jogo tão estiloso, dica para quem for trabalhar na área de games, estudem Persona 5. Já que seu level design das áreas e principalmente seus menus são perfeitos não tem o que reclamar ou botar defeito.

Aqui também temos o sistema de relacionamento com os personagens, e se conseguirmos chegar em um determinado nível o jogo te dá alguma abilidade ou algo novo no mundo para se fazer, e isso aumenta o fator reply do jogo já que as histórias de cada um são muito interessantes e bem desenvolvidas, exemplo temos a professora kauakame que ela tem um segundo emprego não muito bem visto pelos japoneses como é demonstrado, que consiste em ser uma empregada "sensual" para complementar renda mas o porquê disso é muito mais profundo... 

O jogo funciona em sistemas de dias e você tem que viver a vida de um estudante de verdade como ir aula ler , estudar e fazenfo outras milhões de atividades como pescar, jogar videogame,ver filme em casa ou no cinema, fazer café, trabalhar, construir equipamentos para missões no metaverso e entre outras milhões de coisas que se pode fazer. 

Enquanto você não está no mundo "normal" você estará desbravando o metaverso que consiste na realidade de uma pessoa distorcida pelo seu ponto de vista, exemplo temos um professor que tem uma impunidade enorme ele básicamente manda na escola,o metaverso dele será um castelo,os alunos serão escravos e ele o rei. Nossa objetivo é roubar o item de extrema importância dentro do local e mudar seu coração/pensamento para ele admitir as injustiças que fez, mas no caminho enfrentaremos inimigos que são as personagens. As Personas a grosso modo funciona igual a pokémons, tem tipos, passam de Level , evoluem, cada tipo tem vantagens e desvantagens contra o outro e assim vai. Mas diferente de Pokémon, aqui é mais complexo de evoluir e mais macabro também, quero dizer não é nada fofinho,já que para evoluir uma persona você precisa fundi-las em duas guilhotinas assim após a decapitação elas se tornam uma só persona, (não se preocupem não tem nada de violência visual, nessa parte). 

Lendas dos Games Kingdom Hearts 1/6



Lendas dos Games 

 Kingdom Hearts (Parte 1)

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Olá a todos! Sejam bem-vindos a mais um quadro aqui no Double Ls, que é a Lenda dos games, que consiste em analisar e apresentar/contar uma franquia de jogos. E hoje teremos a primeira saga estreante que será Kingdom Hearts. Está franquia não é muito conhecida ou popular no Brasil, mas nos EUA e Japão são muito prestigiadas e com toda a razão. Então mesmo que nos últimos anos está franquia esteja ganhando espaço em terras tupiniquins, para o Double Ls não é o suficiente. Então pegue sua Keyblade abra seu coração para revelar o Kindom Hearts.
  Kingdom Hearts é um action RPG japonês, desenvolvido pela Square Enix com parceria da Disney (Sim a Disney... E não, eu não estou brincando com você.) Inicialmente Kingdom Hearts era mais um cross over entre o universo Disney de filmes e a franquia Final Fantasy da Square que estava na época em um dos seus melhores momentos. Mas acabou se tornando muito mais que um simples cross over, mas sim uma franquia tão gloriosa como seus geradores.
E para começarmos essa saga vamos seguir na linha cronológica para melhor entendimento da
história. Em 2010 saiu para PSP console portátil da Sony o Kingdom Hearts Birth by Sleep.
A história do jogo começa em uma época antes do jogo em si começar que é na era dos contos de fadas. Nessa era os homens viviam em pura luz trazida pelo Kingdom Hearts e nela tinha uma Key-X-Blade que dava acesso ao Kingdom Hearts. Porem alguns queriam a luz de Kindom Hearts só para si, então varias Keyblades foram criadas para tentar conseguir entrar no Kingdom Hearts. Entre tanto a ganância dos homens falou mais alto, e não demorou muito para acontecer uma grande guerra entre os portadores da Keyblade, a chamada Keyblade War. Com isso a grande Key-X-Blade foi quebrada, se fragmentando em 7 partes de luz e 13 de trevas, juntamente com o desaparecimento do Kingdom Hearts e a separação dos mundos que anteriormente eram um só. Porém os portadores da Keyblade de coração de luz as crianças continuariam a manter a luz e evitar as trevas dominarem.
Agora finalmente vamos para a história deste jogo própria mente dita. A história conta a história de 3 amigos Aqua, Ventus e Terra. Os 3 aprendizes de um mestre da Keyblade. Tudo ocorria bem até que um amigo de seu mestre some, juntamente com o surgimento inesperado de trevas no local onde vivem. Então o Mestre Eracus manda Aqua a recém-formada para investigar os mundos e descobrir a origem dessas trevas, enquanto o Terra vai à procura do amigo de Eracus, Xeanorfh e Ventus rebeldemente vai atrás de seu amigo.



 Resultado de imagem para aqua terra e ventusAqua, Ventus e Terra.





O jogo funciona como um RPG de ação com foco mais na ação frenética no combate. Este título ao todo tem mais de 40 horas de duração já que possui 3 campanhas e mais um capítulo com os três somado a um extra se você zerar as 3 no modo mais difícil. No jogo você irá passar por vários mundos de personagens da Disney como Branca e Neve, Peter Pan e entre outros. E neles terá que resolver um problema externo que neste caso são os Unversed. Os Unversed são os inimigos do jogo, eles pelo que dá a entender são seres de trevas.

Neste título temos uma mecânica única que eu chamo de “limits”. Que consistem em uma transformação dependendo do combo utilizado. Por exemplo se enquanto estiver equipado a magia de fogo no mini menu de seleção quando a barrinha em cima deste menu completar a personagem muda seus combos para usufruir do fogo e no final ao completar novamente essa barra ele dará um super golpe.

Mas nem tudo é perfeito não é mesmo? Não posso ignorar o fato que esses “Limits” facilitam muito o jogo, e se torna até apelativo para jogadores um pouco mais familiarizados com o gênero. Outro ponto é o fato de que os golpes especiais e magias são adquiridos na base do crafiting (criar, montar, fazer), ou seja, o jogador terá que ficar fazendo grind e farmim de itens só para conseguir a bendita habilidade ou magia. Além dos minigames que neste titulo não são tão divertidos quanto os demais, mas não são ruins só sem sal.

Mas mesmo assim a história do jogo é emocionante, e por ser de PSP não é tão longo e variado, mas  isso não tira o brilho do jogo. Mesmo com seu sitema de crafiting e seus apelativos “limits” juntamente com seus minigamens sem sal  é um boa pré-sequência e explica vários pontos deixados no primeiro jogo da franquia.
No próximo jogo irei explicar melhor o gameplay já que todos os jogos seguem uma receita de bolo gostoso da vovó, só com o decorrer dos jogos está receita foi melhorando, colocando uns recheios, granulados e etc... Além do fato de que este texto já está enorme. 😅

Assim Kingdom Hearts Birth by Sleep recede do Double Ls a nota 8.5

Espero que tenham gostado, qualquer dúvida, crítica ou sugestão por favor deixe nos comentários e nos vemos na próxima parte ou na próxima análise. Até mais!!😁   




quarta-feira, 20 de junho de 2018

Sessão Nostálgica Your Name

Sessão Nostálgica 

Your Name 

Imagem relacionada  Olá a todos! Sejam bem vindos ao Double Ls. Bom hoje é uma estreia de um quadro novo (tá mais para uma adaptação de outro quadro, mas ok... a equipe tá ficando sem ideias mesmo.) Para quem é novo aqui eu explico, temos o Fim de Sessão que se trata de analises de filmes no cinema. Aqui por outro lado será de filmes que não estão mais no cinema e que você poderá ver logo apos a analise, uma especie de recomendação do Double Ls para você que está do outro lado da tela. Bom chega de conversa porque eu já...  hum... qual era o seu nome? 

Your Name uma animação japonesa de romance e drama com uma "pitada" de comedia. Lançado no Japão em 2016 fazendo um sucesso estrondoso por lá, e finalmente em 2017 é lançado para o resto do mundo.
O enredo é simples, acompanhamos a vida de Taki e Mitsuha (perdoe o japonês aqui, já que eu não uso ele desde minha vida inteira hahaha😅) Que estão cursando o ensino médio, mas os dois em regiões diferentes, Taki em Tokyo e Mitsuha em uma cidade do interior. Mitsuha estava cansada de sua vida monótona na pequena cidade onde vivia para melhorar ela tem problemas familiares com o pai que é politico. Já Taki tem uma vida de estudo e trabalho quase sem tempo para ficar com os amigos. Até que um dia eles trocam de corpos em momentos indeterminados, assim tentam descobrir o por que desse fenômeno. Mesmo tendo vidas tão distintas nunca foram tão semelhantes, já que ambos tem insegurança, incertezas e entre outras questões que a adolescência traz, mas fique tranquilo isso tudo não é explicito, muitas coisas neste filme fica nas entrelinhas em diálogos e gestos dos personagens, assim deixando mais interessante e menos massante porque tudo é auto explicativo aqui.

A animação é linda, fluida com uma iluminação exagerada para embelezar a cena apresentada, como o por do sol a noite e etc...
Este filme saiu no serviço de Streaming (N) que você já sabe qual é, com dublagem em português brasileiro, e a dublagem é muito boa no nível da original japonesa.
A trilha sonora deste filme é algo impressionante, principalmente as musicas com vocal que tem uma boa letra e empolga ou emociona dependendo do contexto da cena. (Eu sou meio suspeito para falar, já que eu gostei tanto que adicionei todas as musicas da trilha na minha playlist😅...)
Mas nem tudo é perfeito, a narrativa é boa sim mas simples demais, poderia ter ousado mais e aprofundado em outros aspectos no geral mais fan service mesmo. Outro ponto é seu final que não chega ser aberto mais você fica com uma sensação de querer mais.

Your Name é emocionante, lindo e gostoso de se ver. Fez tanto sucesso que irão fazer uma versão hollywoodiana com atores desta narrativa. Mesmo com seus problemas no final e sua simplicidade extrema, não tira o brilho que está obra tem que ira arrancar lagrimas de seus olhos.
Por isso tudo que o Double Ls dá uma nota 9.5
Bom espero que tenham gostado, meu nome é Nicyel e nos vemos na próximo post!