domingo, 17 de abril de 2022

 

Fim de Sessão Marighella

 

Olá a todos e eu voltei, não vou falar que é pra ficar porque dá ultima vez não fiquei. Enfim espero que agora eu consiga conquistar vocês novamente com a palavra do Double Ls!!! E hoje vamos para um filme que eu gostei bastante, a minha volta aos cinemas Marighella. 

Marighela é um filme histórico não no sentido de ele retratar um fato histórico por meio de uma ficção, mas sim pelo momento no qual ele foi lançado no Brasil e de sua importância política, marcando o fim de um período do cinema nacional e abrindo as portas para o início de uma nova, esse é Marighela.

Antes de começarmos a analisar o filme em si é impossível para mim não falar sobre o que está entorno do filme, já que o filme de Wagner Moura foi muito politizado pelo governo brasileiro e seus apoiadores por tratar da ditadura militar no Brasil. Mas o longa Marighela em si não é um filme político, é só um filme que conta por meio da ficção a história de um homem que liderou uma guerrilha armada, entretanto o assunto do golpe militar é um grande monstro que assombra o pais até hoje, e com sigo muitos assuntos não resolvidos e negações sobre os fatos e por isso quando Wagner traz as telas essa realidade por uma mídia mais acessível, os apoiadores do regime, que ainda existe, ficam raivosos por tocar no assunto que pouco é falado abertamente pela população.

Mas falando do filme, Marighela é um filme de ação com elementos de drama, dirigido por Wagner Moura e roteirizado por ele e o Felipe Braga, inicialmente para ser lançado em 2019 porem foi lançado em 2021.

O enredo é bem simples, o ano é 1968 onde os militares no poder instituirão o AI 5 (Ato institucional 5) no qual dava aval a perseguir opositores e eliminar qualquer ideia contraria ao governo de forma legalizada pela lei vigente. Nesse contexto acompanhamos um homem nos seus 40 a 50 anos Carlos Marighela que se opõe às ideias do partido comunista, criando assim uma vertente de oposição armada. Um detalhe interessante do filme é que não acompanhamos a vida toda de Marighela, mas só uma parte e com isso é extraído os pontos mais tensos de sua trajetória de vida e dando liberdade do filme seguir a cronologia como desejar, principalmente no início do filme que tem alguns momentos de quebra na cronologia dos fatos que infelizmente não se estende, ficando só no início.

Um fato curioso é que eu conhecia Marighela pelos meus professores de história como um terrorista de um trem, e o assunto não passava muito disso e o filme começa apresentando o tal ato de terrorismo do trem, que são alguns planos sequencias bem interessantes, ditando a forma que a câmera irá se comportar durante todo o filme. A câmera aqui lembra muito o modo de filmar do cinema novo, a famosa “câmera na mão” onde vários momentos a câmera se movimentam semelhante ao personagem que estamos acompanhando e ser uma visão muito próxima dos personagens, com direito a alguns monólogos bem poéticos na reta final, além de mostrar bem de perto as reações das personagens dando a sensação que estamos do lado da pessoa. Falando nas personagens, os atores brilharam nesse filme, entregando uma fidelidade impressionante, em especial para Seu Jorge como Marighela que entregou a carga emocional necessária para essa personagem tão complexo, Bruno Gagliasso como Lucio o delegado que faz um grande papel antagônico que ao mesmo tempo compreensível , Bella Camero como Bella a jovem da guerrilha que em cenas de tensão e drama me deixou apreensivo e ansioso pelo próximo acontecimento  e por fim ela a Adriana Esteves como a Clara que demonstra a visão de quem está por fora do conflito todo no geral, demostrando o amor que ela sente por Marighela e medo por ele e por ela.

Outro fator que auxilia a atuação é o som, que é de grande impacto e bastante marcante, como a câmera é bastante dinâmica por vezes não vemos o que realmente está acontecendo com muita clareza, mas o som de socos, tiros, entre outros completam a cena na cabeça do espectador dando o mesmo impacto que seria vendo uma cena de tiroteio real, um exemplo muito bom disso são as cenas de tiroteio, em especial da fuga do banco, no qual raramente vemos os policias atirando já que a perspectiva da câmera está acompanhado os revolucionários mas o som batendo nos carros com a câmera se mexendo como se nós estivéssemos lá com eles na fuga, mentalmente o espectador consegue completar as lacunas que a câmera não mostra, usando seus outros sentidos para completar a narrativa.

Um dos assuntos centrais do filme além da vida de Marighela e a ditadura em si é como o próprio brasileiro é inimigo de si mesmo pois em vários momentos vemos os militares estadunidenses no filme sugerindo ou até mandando ações contra os rebeldes, mas sempre o delegado define uma forma mais cruel de “resolver” as coisas, ou seja, um brasileiro é mais violento contra um igual do que o próprio estrangeiro e chegamos no ápice dessa problemática em 2 momentos o primeiro é quando matam um embaixador dos EUA e o delegado diz que irá matar Marighela, não porque o estrangeiro quer mas sim porque ele genuinamente acredita que matar ele vai ser bom para o pais o outro é na cena de tortura onde ele deixa explicito que eles se divertem matando um brasileiro, “Eles estão matando um brasileiro”, essa questão se agrava até hoje onde grande parte dos próprios brasileiros vem a si mesmos com inferioridade e desprezo e tem a famosa frase “o ruim do Brasil é o brasileiro” será que é?

Já do lado de Marighela é bastante nítido a mensagem de que “você não está sozinho nessa luta”, onde passamos grande parte do filme com as personagens se questionando se o que eles estão fazendo realmente vale apena, se outros estão do seu lado, a insegurança de lutar com uma suposta maioria ideológica é imponente, e essa imponência e impotência do grupo é demonstrada a todo momento no longa com mortes de aliados e traições. Porem no final do filme ele traz uma mensagem de esperança onde os esforços não foram em vão, onde o brasileiro é o protagonista e podendo fazer a sua própria história, pode ser até clichê, mas da forma que é contado não entra no linear piegas ou nacionalismo barato.

Por fim Marighela traz um filme onde os atores e o som são seus destaques, o filme tem uma cena, logo no começo, o filho de Marighela no mar quando criança, o mar pode ter vários significados, mas irei utilizar o de início, nascimento. Esse filme para mim é um grande ponto final de uma era de filmes Brasileiros nos anos 2000 até aqui, com filmes apoiados majoritariamente pela a ANCINE, que na atualidade foi deixada de lado, sobrevivendo a base de aparelhos. Porem com os streamings e o próprio YouTube o cenário cinematográfico está mudando, e sustentando uma parte do cinema brasileiro, se isso é bom ou ruim só o futuro dirá. Assim como, o filho de Marighela está no mar à deriva o cinema brasileiro se encontra no mesmo lugar sem um rumo certo, porem renascendo do mar e resistindo.  

terça-feira, 29 de junho de 2021

Persona 3 4 e 5


Persona é uma franquia que eu gosto muito, porém não consegui falar de tudo que eu gostaria sobre os 3 jogos no geral mas consegui fazer uma boa síntese sobre oque é essa franquia. Espero que gostem :). 

sábado, 11 de julho de 2020

Maratonando Love is War

Maratonando Love is War

 Kaguya-Sama: Love is War. Andressa Harumy | by Andressa Harumy ...

Olá meus doubles, vocês estão bem? Espero que sim! Hoje teremos algo mais leve, já que depois de The Last of Us 2 eu preciso de algo para relaxar, um conteúdo água com açúcar. Bom e aqui está, Love is War onde quem se declara primeiro perde! Então prepara seu charme e acompanhe essa guerra que é só para dois!  

 

Enredo

A história tem uma premissa muito simples, acompanhamos o cotidiano do conselho estudantil de uma escola de elite japonesa (ah... dã... obvio que é japonesa...). No qual o presidente do conselho estudantil e sua vice estão apaixonados um pelo outro, porem ambos pensam que a declaração de amor é uma demonstração de fraqueza e submissão. Assim eles entram em uma guerra do amor para fazer o outro confessar seu amor. A história é bastante simples se assemelhando a uma sitcom com alguns episódios episódicos dando uma continuidade ao desenvolvimento dos personagens, e esse aspecto é muito bem feito durante as 2 temporadas, tornando essa guerra de declaração amorosa como algo secundário em muitos momentos não tornando cansativo de ser assistido, muito pelo contrário, a cada episódio você se diverte ainda mais.

 Kaguya-sama: Love is War manga survived a major turning point ...

 

Animação/direção

A parte técnica de Love is War é impecável, animação fluida e consistente, mesmo nas cenas de comedia que exigem deformações muito bruscas de uma cena para a outra, onde geralmente as animações são inconsistentes.

A direção também leva credito nesse quesito, já que cada take acelerado para gerar uma quebra de expectativa no final é bem-feita além do time cômico que está no ponto certo.

 

Kaguya-sama: Love is War - 08 - Anime Evo Kaguya-sama: Love is War 2 Scene trains - YouTube

Som/efeitos sonoros/ trilha sonora

O som geralmente não é o destaque nas animações japonesas (e isso é um erro enorme) e aqui não é diferente, a qualidade do som está na média nada relevante, porem a trilha sonora mesmo que boa ela não se destaca, mas é bem colocada quando precisa, tanto nas cenas de drama quanto as de tensão.

 

  Final

Com tudo Love is War é um anime acima da média, que cumpre muito bem o seu papel e mais, entregando uma obra divertida e cativante que recomendo a todos a dar uma conferida. Infelizmente o som é seu ponto “negativo”, mas as qualidades que ele demonstra ofuscam esse impecilio rapidamente.

Por isso que Love is War recebe a nota 9.5

 

Muito obrigado por lerem até aqui! Foi bem menor do que o de costume, estou testando o engajamento de vocês em relação ao tamanho das matérias, se possível comente sobre. Além de qualquer dúvida crítica ou sugestão deixem também nos comentários. Se gostou compartilhe com seus amigos, assim você divulga o Double Ls pelo mundo a fora.

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Muito obrigado e até a próxima! 

The Cheesecake of Conflict in KAGUYA-SAMA: LOVE IS WAR!

sábado, 27 de junho de 2020

New Game Plus The Last of Us Part II

New Game Plus The Last of Us Part II

Kurt Margenau de The Last of Us Part II faz grandes elogios ao SSD ...

Olá a meu doubles, vocês estão bem? Primeiramente me perdoem pela demora desta análise, mas eu não irei de fazer mesmo assim. E hoje iremos conferir um dos jogos mais aguardados desse ano e se pá da geração atual de consoles o The Last of Us parte II, será mesmo que a continuação de um jogo tão marcante para mim e para muita gente, realmente é boa? Então prepara a sua mochila, afina esse violão e seja longa a sua sobrevivência e rápida a sua morte.

 

Gameplay.

Vamos começar diferente de novo, já que a história desse jogo é um ponto muito importante, mas ao mesmo tempo controverso. Logo vamos tratar dos aspectos técnicos. A jogatina de The Last og Us 2 é impecável, é mais fluida e dinâmica que o primeiro título, e isso dá pela melhoria nos movimentos dos personagens e adições de novos movimentos com o de deitar no chão e se rastejar pelos arbustos e em baixo de carros, abrindo um leque maior de abordagens de como passar um trecho de diferentes formas e caminhos.  Assim como no primeiro jogo, temos a escolha de como confrontar os grupos de inimigos, mas no 2 eles melhoraram o aspecto da furtividade , que foram adicionados o silenciador que permite o abte da pistola sem alertar seus inimigos, além do movimento de rastejar que facilita na hora de atravessar trechos de muita vegetações e muitos obstáculos baixos impedindo a visão dos seus inimigos,  e também a fuga, que está mais dinâmica que antes, onde você atravessa vários comboios de inimigos até chegar na área segura, até lá se prepara para desviar de balas, pular, atordoar inimigos e talvez os 3 ao mesmo tempo ou enquanto tenta se esconder para continuar com o combate furtivo.

The Last of Us Parte II: quem é o vilão nessa história? | Análise ... (Rastejando)

 (Silenciador)  

Cenários/Gráficos

Os gráficos desse jogo são incríveis é de cair o queixo, se não o melhor mais um dos melhores gráficos da geração. O efeito da fumaça saindo das bombas e esporos dos infectados, mostrando as partículas se dissipando no ar, a agua com o movimento das ondas com o motor do barco. Além da brutalidade gráfica que está muito realista, o sangue saindo do pescoço dos inimigos, a explosão da cabeça dos inimigos por uma arma ou um chute. Essa brutalidade é justificável para a imersão do universo do título e nunca é gratuita, ela está presente para chocar o jogador e sentir a dor das personagens e nesse aspecto eles acertaram em cheio, um verdadeiro headshot!          

Os cenários do jogo estão uma obra prima, em muitos momentos você irá parar só para admirar seus cenários.  A Seattle pós apocalíticos que eles criaram, cheio de mato e alagada, está lindíssima além dos outros cenários que estão lindos também, ricos em detalhes, tanto nos aspectos de luz e sombra e nos objetos e estabelecimentos abandonados. Naughty Dog explica por que The Last of Us Part II não é jogo de ...

The Last of Us 2 quebra recorde de pré-venda no varejo brasileiro 

 

Inimigos

No TLOU 2 (The last of us 2) os inimigos também cumprem uma função narrativa e imersiva, principalmente os inimigos humanos, já que quando um deles percebem o sumiço de um ou a morte de outro eles gritam pelo seu nome como, James, Marta e entre outros, assim o jogo humanizam seus inimigos não sendo apenas simples alvos de tiro andantes. Porém a um problema nesse aspecto, já que a proposta é humanizar seus inimigos, o jogo tem poucos modelos de inimigos, ou seja não é comum você matar o mesmo inimigo 3 vezes na mesma área, no primeiro jogo isso não era um problema tão visível, já que os modelos não eram tão realistas como aqui, logo você memoriza os rostos dos seus inimigos por serem muito realistas podendo tirar um pouco a sua imersão. Outro inimigo na parte dos humanos são os cachorros, nos quais farejam você e denunciam a sua posição, um detalhe interessante, quando o dono do cão morre ele começa a chorar pela vida de seu dono (eu fiquei mal depois de ver essa cena, é muito triste...)

Agora temos os inimigos infectados, além dos anteriores; Corredores, são os zumbis comuns, os Estaladores são cegos e se guiam pelo som e a sua mordida é fatal, o Baiacu, um infectado gordo que lança esporos ácidos. Os novos temos, os Espreitadores, é um meio termo de corredor e estalador, no qual ele é mais furtivo e alerta a sua localização para os demais infectados na área, além de se esconder de você sempre, o Trôpego que é um Baiacu que em vez de lançar esporos ele te ataca com as mãos e explode quando morre.  

The Last of Us 2: Nossas impressões após duas horas de gameplay

 THE LAST OF US, um jogão da porra | vem aqui rapidão 

(na legenda está errada são espreitadores mesmo) 

Som/Trilha sonora

O som desse jogo é algo assustador de bem feito, cada piso diferente que os personagens pisam possuem sons diferentes, os tiros das armas em lugares abertos e fechados são diferentes (eu falei muito “diferente”... Mas é como a vida real você sente a diferença...) Cada som, ruído, entrega uma experiência tão imersiva que é impossível você jogar esse jogo sem usar fones de ouvido ou headset!

A trilha sonora está impecável, o Gustavo Santaolalla está de volta com seus solos no violão e viola e com alguns remixs da trilha do primeiro jogo que é de emocionar e arrepiar a cada vez que ela se faz presente. Além de que aqui a um simulador de violão onde dá para tocar músicas de verdade é só questão de costume dos controles que não são muito precisos, mas qual é um extra muito legal (eu consegui tocar algumas músicas modéstia à parte)  

 The Last of Us 2: jogador toca Pink Floyd, RHCP e mais em violão ...

 

Historia

Agora chegamos na parte controversa, a história que antes de qualquer comentário, ela é muito boa, mesmo possuindo alguns problemas de roteiro, não estraga essa narrativa muito cativante e tensa, na qual a forma como ela é contada é genial, além da sua mensagem que é ainda mais relevante. Eu admito que muitos talvez não irão reconhecer a qualidade dessa narrativa, mas no mínimo temos que concordar que ela é muito corajosa em realizar alguns fatos que para muitos seria impensável, onde o efeito dela é deixar o jogador com raiva das escolhas dos personagens e só vendo o resultado que o ódio faz, já que a grande mensagem do jogo é, o ódio você não ganha nada mas perde tudo. 

 

Com tudo The Last of Us parte 2 é um excelente jogo, onde me emocionou e me deixou tenso e perplexo durante 29 horas, onde sua narrativa mesmo com seus erros me agradou bastante e seu gameplay fluido e gostoso de se jogar contribuem para a experiência que é uma das melhores da 8º geração dos videogames.

Por isso tudo e pelos aspectos mencionados que The Last of Us parte 2 recebe do Double Ls a nota 9,5 

 

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The Last of Us Part 2: Saiba o horário que o jogo estará disponível

 

Bom agora falarei de alguns pontos da história que me afetaram de certa maneira no jogo então terá spoliers a partir daqui então vamos lá!

 

O 1º jogo marcou muitas pessoas inclusive a mim, e eu me identifico com a personagem Ellie em alguns aspectos, onde a mesma não conheceu seu pais e de alguma forma encontrou outra pessoa para assumir essa função onde ela não tinha mais. Logo quando vemos a morte do Joel, que tem alguns problemas nas condições que o levaram até aquele ponto, eu pessoalmente fiquei muito chocado e afetado de certa forma por eu me identificar pessoalmente com os personagens, e me fez refletir, onde a última conversa dos 2 eles estavam um pouco brigados ainda e de repente o Joel morre e ela não teve a chance de se despedir e isso foi muito chocante, já que a personagem Ellie  perdeu todas as pessoas que amavam tanto a Rillie e a Marlene de certa forma. Logo o sentimento ódio que ela sentiu é muito bem justificado, ao decorrer do jogo e quando matamos os amigos da Abby. Mas esse ódio se torna obsessivo e ela acaba por consequência ocasionando a morte do seu amigo Jessie. Por outro lado, temos a Abby que perdeu seu pai igualmente como a Ellie perdeu, e ela tem a mesma jornada de ódio e vingança que a Ellie, e quando finalmente ela se vinga matando Joel o assassino do seu pai ela fica de certa forma em paz, porem um pouco atormentada. E quando vemos a Abby quase matando a namorada da Ellie a Dina ela percebe que ela se vingar de novo como ela fez com seus amigos não adiantaria ela continuaria alimentando esse ciclo do ódio, e ela deixa para lá e vai viver sua vida em paz. Porém Ellie não está satisfeita mesmo com uma vida confortável com a Dina e seu bebe ela não viveria em paz até ter certeza de que a Abby iria morrer nas próprias mãos dela. E finalmente quando ela quase morre tentando chegar até a Ellie ve a Abby presa e desnutrida, mas mesmo assim ela força a Abby a lutar, mesmo vendo que a Abby só queria viver em paz. No ápice da luta Ellie percebe que isso tudo que ela fez não iria trazer o Joel de volta, e quando ela percebeu perdeu seus dois dedos, assim deixando a Abby ir embora. Nessa luta a Ellie perdeu a conexão que ela tinha com o Joel que era o violão e quando ela chega na casa dela e a Dina foi embora e ela tenta tocar violão e não consegue é uma cena muito forte e mostra que com o ódio não se ganha nada, mas se perde tudo, e a Ellie perdeu tudo...

 

Espero que tenham gostado dessa parte de spoilers não sei se ficou muito boa, mas eu queria me expressar sobre a mensagem do jogo que é fantástica. E uma boa notícia é que o Double Ls terá um podcast o Doublecast que está em pré-produção então por favor aguarde, e lá falaremos mais sobre esse jogo! Muito obrigo por lerem mais um pouco e nós vemos na próxima analise em breve! 


quarta-feira, 22 de abril de 2020

New Game Plus Final Fantasy VII Remake



New Game Plus Final Fantasy VII Remake 

Final Fantasy 7 Remake review: The most daring Final Fantasy ever ...


Olá todos os meus queridos Doubles!!!!!! E eu não morri para Covid, espero que vocês estejam em casa se cuidando. Dessa vez vamos falar finalmente desse jogo que é aguardado desde 2013, sim ele a obra prima dos videogames, Final Fantasy VII, voltando com seu Remake com "R" maiúsculo. Mas será mesmo que ele consegue fazer jus ao seu material de origem? Então prepare seus itens e equipamentos, equipe bem as suas matérias, e me acompanhem na vasta Midgar! 

Sistema de Combate

Esta será a primeira vez na qual irei falar do sistema do jogo primeiro do que a sua  historia.                                                                          Primeiramente vou responder de cara varias pessoas. O sistema dele não é igual a Final Fantasy XV, e não é um Hack Slash,, como muitos falam para desmerecer o jogo sem ao menos ter visto uma gameplay. O FFVII Remake (Final Fantasy VII) diferente do original é um Action RPG, porem diferente dos demais ele oferece uma mecânica mais estratégica durante as lutas, desacelerando o tempo no menu de combate, já que cada inimigo possui um ponto fraco e um jeito mais eficiente de ser derrotado. Na imagem acima mostra o menu de combate do canto inferior dirieto, onde podemos utilizar, habilidades que são golpes especiais exclusivos de cada personagem, magias que são equipadas por meio de matérias, logo eu explico melhor, e por fim os itens que em todos os RPGs possuem, poções,antídotos etc... No entanto ao executar qualquer um desses comandos você gasta uma barra de ATB ou BTA em português, assim restringindo suas ações por completo, te obrigando a pensar se vale apena usar um item ou atacar um inimigo, tornando as coisas mais estratégicas. Mas para encher essa barra mais rapidamente é necessário bater no seu oponente, criando uma situação, na qual seu time todo morreu e seu único personagem está com pouca vida e sua barra de BTA está vazia, como proceder? Isso é só um único exemplo de como o jogo te demonstra que se pensar um pouco você vencera a maioria das batalhas sem dificuldades. 
       
Equipamentos e Materias                                                                                                                         

Análise: Final Fantasy VII Remake redefine o conceito de Remake ...Nesse jogo cada arma tem sua arvore de habilidades ou seja além do seu personagem ter nível suas armas também sobem de nível e com isso obtendo mais dano ou mais espaço para se equipar mais materias. Outro ponto das armas, é que cada arma possui um golpe especial exclusivo, no qual pode ser apreendido contanto que se use essa habilidade várias vezes, assim podendo utilizá-la em outras armas. 
Final Fantasy 7 Remake - Guia com Dicas para as Melhores Armas ...Um ponto que particularmente fiquei preocupado e ansioso são as materias, e já adiantando eles acertaram em cheio com esse novo sistema de materias. Logo de cara para quem está familiarizado com o jogo original irá perceber que a grosso modo funciona de forma igual ao jogo de 93, cada materia possui um nível, e a cada nível adquirido ela é melhorada em seus atributos e funcionamentos, neste jogo temos 5 tipos de materias. A materia verde, são as magias, fogo,gelo, cura, sobrevida e etc... A materia azul, são complementos para as materias verdes, assim equipando elas em espaços compartilhados você d á uma nova característica a materia verde, um exemplo disso é a materia azul elemental na qual concede dano elemental da materia verde equipada, assim uma materia elemental+materia de fogo, faz com que sua arama alem de dar dano físico,causa dano de fogo ao inimigo. A materia rosa, concede movimentos novos e aumento de atributos como vida. A materia amarela, concede um golpe na barra de habilidades como roubar itens de inimigos ou anilese que mostra todas as características do inimigo. E por fim temos as materias vermelhas, na qual são as sumons. As sumons em Final Fantasy, são seres divinos ou ancestrais super poderosos que são invocados para ajudar em batalha causando um enorme dano ao inimigos, diferente das outras ela tem um espaço próprio e só pode equipa-la uma por personagem. 
Essa explicação é só a ponta do iceberg, comparado as inúmeras possibilidades de combinações de materias deixando o seu sistema riquíssimo, fácil de entender, não tão difícil de se dominar. Uma das melhores mecânicas do seu gênero! 

Gráficos e a direção de arte 

Análise - Final Fantasy VII Remake - PSX Brasil
Imagem da jogatina/gameplay 
Confira os bastidores de Final Fantasy VII Remake! - Observatório ...O jogo foi desenvolvido pela Unreal Engine 4, uma boa Engine gráfica, e percebe-se a melhora nesse quesito a FFXV. Porém em vários momentos o jogo não renderiza as texturas do cenário principalmente no PS4 normal, mas o que me chamou mais atenção foi o cenário de fundo do capitulo 15 (a square enix tem problema com esse número) onde dá para ver que é uma foto gigante com uma qualidade duvidosa, parecendo os cenários do jogo original que eram fotos para dar a sensação de profundidade, mas atualmente ficou meio feio, mas é só nesse capitulo mesmo. Esses problemas não atrapalham em momento nenhum a experiência e nada como uma boa atualização para corrigir isso tranquilamente. Mas a direção de arte aqui é magnifica, ela realista e ao mesmo tempo um pouco cartunista e fantasiosa, respeitando por completo cada detalhe dos cenários, personagens do original.
 E o gráfico das partes principais do jogo são impecáveis e a tacha de quadros não cai ou dá lentidão em nenhum momento durante o jogo ele roda lizo a todo o momento. Outro ponto de destaque é a forma cinematográfica que o jogo utiliza para retratar as cenas de dialogo e as cenas da historia, geralmente os jogos se utilizam da técnica plano contra plano, que basicamente é um corte para um personagem que está falando para o outro, como The Witcher 3 faz, entretanto aqui isso só acontece nas missões secundarias ou em alguns momentos, na maioria das vezes a câmera é dinâmica, sempre transmitindo alguma ideia ou sensação do personagem, aumentando a imersão da historia para cada cena passada. 


Trilha sonora e Som 

A trilha sonora desse jogo é digna de premio.  A trilha original já era maravilhosa, porém eles refizeram toda, além de cada trilha tem 3 versões dela, uma normal, a outra é em pré combate quando o inimigo é avistado, e uma versão dela de combate. Assim deixando a transição do combate para a exploração mais fluido. Os sons do jogo com os passos em vários pisos diferentes foram gravados por eles, ou seja semelhante ou até igual aos filmes. Isso deixou o jogo mais imersivo, entre outros efeitos sonoros. 

Enredo 

Finalmente chegamos no ponto mais alto do jogo que é a sua narrativa. A história se passa no planeta Gaia, na grande cidade de Midgar que é controlada por uma grande corporação de energia a Shinra, na qual extrai a energia vital do planeta, a energia Mako, para promover o avanço da humanidade. O jogo começa na pele de Cloud Strife, um mercenario ex Soldier firt class. Um Soldier é uma divisão militar da Shinra, no qual a firt class é uma divisão de alto escalão onde seus integrantes foram expostos a uma grande quantidade de energia Mako, assim obtendo qualidades físicas superiores a um ser humano comum, porém diminuindo o seu tempo de vida, já que o Mako é um veneno para o ser humano. Cloud está em uma missão da Avalanche, uma organização ecoterrorista, para danificar um dos reatores de energia Mako de Midgar.  A premissa parece simples no inicio porém vai escalonando com o decorrer da narrativa se tornado algo grandioso e épico. Os personagens são muito carismáticos, e os diálogos são muito bem construídos, demonstrando com naturalidade a relações dos personagens parecendo que eles são pessoas reais em um mundo totalmente fantástico. Nada aqui é forçado como no seu antecessor FFXV, não parece aquele relacionamento de personagens de anime que estamos cansados de ver em obras orientais.

Muitos criticam o jogo por essa ser só a primeira parte dessa incrível historia, falando que estão enchendo linguiça só para vender mais jogo. Mas a obra que eu joguei aqui está muito longe de uma encheção de linguiça, eles trataram todas as partes do jogo original com tanto cuidado e fidelidade que chega a emocionar, dá para sentir que esse jogo foi feito com amor dos seu desenvolvedores, cada dialogo, cada sena, cada batalha de chefão, expande o universo tão rico desse jogo que mau posso esperar para sua parte 2!

 Por isso tudo que Final Fantasy VII Remake recebe nota 10




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sexta-feira, 13 de março de 2020

Fim de Sessão Dois irmãos uma jornada fantástica

   Fim de Sessão Dois irmãos uma jornada        fantástica

Olá Doubles como vão?! Eu tô bem, eu sei que você não perguntou, mas fica nossa interação intima forçada por mim. 
Enfim, mais um Fim de Sessão! Depois de muito tempo! O filme de hoje é Dois irmãos uma jornada fantástica, no qual é mais uma animação da Pixar. Porém, será que esse filme faz juz ao histórico da Pixar? Vamos ver! Prepare sua ficha de personagem, prepara suas magias e vamos embarcar neste mundo de fantasia e muito... RPG?!!!? 

Enredo 
A história do longa é muito simples. Acompanhamos o dia de uma família de elfos (sim, os protagonistas são elfos! Parece mais gnomo ou duende. Voltando) No qual seu falecido pai deixa um presente para ambos, só quando chegarem na idade superior a 16. O presente é um cajado mágico, que tem o poder de invocar seu pai por um dia. No entanto só conseguem trazer as suas pernas de volta. Assim eles embarcam em uma "jornada fantástica" para conseguir a outra metade.(Um digno de Sessão da tarde). 

Animação 
A qualidade da animação não teve uma grande melhoria, só no quesito de efeitos de luz e particulas nas magias por exemplo, porém é basicamente um Toy Story 4 melhorzinho. 

Dublagem 
A dublagem em português como sempre é muito boa, infelizmente não consegui ver a dublagem original que tem o Chris Pratt por exemplo. 

Detalhes extras que não tem relevância nenhuma para a maioria do público 

Para os jogadores de RPG em especial DeD (Dangeone and Dragons) vai adorar as referências que ele faz o tempo inteiro no filme, dês de criaturas até o próprio livro com suas mecânicas. Logo um grande amante de RPGs e jogos no geral sai da sessão em êxtase só por conta das referências, já que aqueceu a memória dos bons momentos que só o RPG consegue proporcionar. 

Contudo Dois irmãos uma jornada inesperada é um filme bom,  porém muito fraco comparado aos outros títulos que a Pixar entregou nós últimos anos, além da economia nas animações que basicamente é um Toy Story 4. Porém o universo do filme é muito interessante e para amantes de DeD vão curtir muito as homenagens que ele faz o tempo todo, mas isso não faz o filme ser bom. 

Por tudo isso Dois irmãos recebe nota 6.5 mas a nota de um fã de DeD recebe nota 7

Muito obrigado por ter lido até aqui! Qualquer dúvida, crítica e etc, deixe nos comentários. Se curte o trabalho da Double Ls, compartilhe se possível. 
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terça-feira, 3 de março de 2020

Maratonando Locke Key





Resultado de imagem para locke & key
Olá a todos que ainda acreditam em mim! Hahaha. Brincadeira a parte, eu vou tentar mais uma vez voltar porém não prometo nada, porque chega de decepções não é? Enfim mais uma série que chegou no serviço de streming vermelho, Locke Key, mais uma adaptação de um série de quadrinhos. Então prepara seu chaveiro para adentrar na porta do desconhecido.

Vamos começar com o enredo como é de costume aqui. Acompanhamos a vida da família Locke após a morte do pai Locke, onde a mãe e seus 3 filhos se mudam para a casa da família Locke na qual foi abandonada pelo pai. No entanto a casa possui um mistério por traz e magia em suas portas e chaves. E assim que a história se desenvolve no qual os 3 irmãos se metem em altas confusões como em uma ótima sessão da tarde. O roteiro é muito simples, chega até passar raiva de tão burro alguns personagens agem, além de possuir uma enorme semelhança com stranger things, crianças mais inteligentes que os adultos, um adulto ajudante do núcleo jovenil e um drama adolescente no meio escolar. Me pareceu que estão tentando arrumar outro "streger things" já que a série está se desgastando com o tempo e uma hora terá seu fim. Mas isso não funcionou bem aqui, já que muitos problemas poderiam ser solucionados pelo simples fato de eles terem celulares com internet. 

Os atores foram muito bons porém desperdiçados já que o roteiro não ajuda, a exemplo do personagem do tio que é um ator excelente porém aparece pouco na narrativa. 
Os efeitos especiais são bastante competentes, dignos de cinema, mas eles possuem esse orçamento para isso então né... Eles podem! 

Com tudo Locke Key é uma série boa para quem não pretende assistir algo pesado e complexo, é uma série pipoca divertida e simples. Mas ela se vende como algo mais de suspense e você não vai encontrar isso aqui, assim talvez goste mais da série do que eu. 

Por tudo isso o Doble Ls da a nota 7 para Locke Key 
Logo eu me despeço, obrigado por ter lido até aqui. Qualquer dúvida, crítica ou sugestão deixe nos comentários. Siga o Doble Ls no Instagram e em breve o canal do YouTube será concretizado, portanto se gostou compartilhe com seus amigos que gostam de analises de obras do áudio visual e de quadrinhos também. Até a próxima valeu!!!!

sábado, 14 de dezembro de 2019

New Game Plus Death Stranding



New Game Plus 

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Olá Doubles!!!!  (eu vou começar a chamar meus leitores assim agora, porque torna vocês únicos e 
especias. Oooooh, eu sei...) 
Estamos de volta para mais uma analise, fora de período, porque aqui por enquanto a programação é inexistente. Então vamos começar logo com Death Stranding, o novo jogo do Hideo Kojima, que dividiu o publico gamer no geral, por trazer uma proposta diferente e intrigante de "unir a humanidade" Já vai preparando seu BB pega a  sua carga e vamos entregar para conectar as pessoas. 

Resultado de imagem para death stranding gameplay equilibrioEnredo: A história sem spoilar, é simples, o protagonista é o Sam o homem que entrega, ele é um mercenário que realiza entregas para diversas bases onde os humanos se abrigam. A primeira vista pode dar a impressão que a história do jogo é parada e monotona de se acompanhar, mas vai por mim ,o enredo do jogo é uma das suas melhores qualidades, apresentando um universo rico e interessante, com seus personagens carismáticos e possuindo uma grande carga dramática para cada um do núcleo principal que é de emocionar o jogador a cada descoberta do quebra cabeça que é o Death Strandin. Sem dúvidas uma das melhores narrativas que a décima arte me proporcionou.


Resultado de imagem para death stranding gameplay equilibrioJogabilidade: O gameplay de Death Strandin pode ser complicado de início, pela forma realística da física do jogo, porém não demora muito para se acostumar com os controles e logo você e o Sam vão entregar cargas em qualquer terreno, já que aqui temos um sistema de equilíbrio, no qual é manuseado pelos dois gatilhos do dualshok 4 o L2 e o R2, equilibrando o Sam em terrenos não planos para impedir sua queda e da carga. Esse sistema realista pode irritar em momentos mais tensos, onde é necessário uma melhor precisão e resposta do personagem, e pode acontecer que ele escorregue e danificado a encomenda ou te prejudicando em sua fuga por exemplo, mas nada que possa ser driblado, só toma cuidado com o peso que leva, e onde pisa, tanto que à um sistema de declividade no game, ao qual indica os melhores lugares a se pisar, azul é plano, amarelo é meio plano e vermelho é ingrime, tudo isso ao apertar R1 no seu controle.

Imagem relacionada
Combate??!!!: Sim, esse jogo tem combates, porém não se mostra o verdadeiro foco, porém está. Há 3 tipos de inimigos no jogo, os Mulas, que são os humanos saqueadores de cargas alheias e sempre andam em grupo alem de protegerem um acampamento próprio, tenha cuidado ao decidir um confronto direto, pois Sam é um alvo muito fácil sem o armamento adequado, principalmente no inicio do jogo. O segundo, são os EPs, são criaturas, nas quais estão presentes nas chuvas temporais, onde as gotas dessa chuva envelhecem tudo oque tocam, e isso pode danifica a sua carga, então evite o contato segurando a respiração. O terceiro, é uma variação dos Mulas só que mais resistentes e melhor equipado. Mas, um detalhe muito importante nesse jogo que faz sentido com a narrativa, os EPs são atraídos por cadáveres, além de causar uma grande catástrofe que é chamado de obliteração, onde um corpo necrosa. Logo ao matar seus inimigos, se você não incinerar seus corpos, ocorre um game over, pois ocorreu uma obliteração no local assim destruindo, desse modo incentivando o jogador a sempre optar por uma abordagem  mias pacifica ou furtiva nos combates.


Imagem relacionadaOnline???: Olha só death stranding surpreendendo novamente, sim há um modo online bem interessante aqui, é uma evolução do sistema da serie souls só que diferente. No mundo, Sam usara escadas, cordas, motos e entre outros equipamentos que se pode criar, mas eles permanecem para outros jogadores utilizarem aquela escada na qual facilita a passagem entre rios, ou ate uma estrada para veículos. Esse sistema promove a cooperação de todos para ajudar em sua jornada, sem prejudicar, ou trolagem, mas sim um gesto de todos os jogadores de altruísmo para conectar a humanidade novamente. E claro, cada construção encontrada você pode dar curtidas para demontrar seu agradecimento ao outro player por ter te ajudado de alguma forma sua jornada, assim beneficiando o outro por receber curtidas além do curtidor também recebera. Além disso cargas esquecidas de outros jogadores podem ser entregadas no meio do caminho, ajudando outros players.   

Por fim, Death Stranding, não é um jogo para todo mundo, pois é um jogo que se foca na contemplação do mundo a sua volta e na historia bem detalhada e longa,. Eu demorei umas 80 horas para completar a historia do titulo, e umas 100 horas para chegar aos 100%, isso demontra que é um jogo muito longo, mas ele tem seu próprio ritmo. Death Stranding mostra que o caminho é mais importante que a chegada. 



Resultado de imagem para death stranding samBom, terminamos mais uma analise aqui no Double Ls. Muito obrigado por ter lido até aqui, se gostou, por favor compartilhe com seus amigos que gostam de filmes, series, e video games, para acrescentar mais doublers aqui! Nós vemos na próxima! 

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Fim de sessão Yesterday


Crítica: "Yesterday" faz rir e chorar ao propor um mundo sem os ...



Olá a todos os leitores do Double Ls!!!! Voltamos com mais um Fim de sessão, clássico do blog. 
Vamos analisar o filme Yesterday, e será que vale apena? Então, já vai pegando seu violão, para cantar junto desta narrativa, Beatlemania!
Yesterday é um filme de comédia romântica, com um pouco de drama, dirigido por Danny Boyle.

O enredo é bem simples. Acompanhamos a carreira de Jack, Malik (Himesh Patel) um músico "fracassado" junto com sua parceira Ellie (Lily James). Porém a vida é uma caixinha de surpresas, e de repente a energia de todo o mundo é cortada e Malik é atropelado e se depara em um mundo no qual não existiu Beatles. Assim ele utiliza as músicas da banda para se tornar um astro. 
Inicialmente a proposta parece muito interessante, mas esse não é o foco do filme para a tristeza de alguns. O longa foca na trajetória de Malik com muita comedia e drama romântico mas na medida certa.  
Outro forte desse filme é seu elenco, os atores fizeram um excelente papel nos seus personagens até mesmo o próprio Ed Sheeran se interpretando foi uma surpresa muito positiva que inicialmente eu não levava fé, além do Himesh como Malik e a maravilhosa Lily James como Ellie, cativaram do inicio ao fim.

Porém nem tudo é perfeito,o filme falta algo novo, ele é muito padrão, o famoso pão com requeijão  gostoso mas nada de especial.

Com tudo Yesterday é um filme padrão de Hollywood, mas qualquer fã de Beatles irá curtir, tanto com as músicas, que senti falta de algumas, tanto pelas referencias à banda. Todavia é aquele filme para relaxar e curtir uma tarde\noite de final de semana.
Logo Yesterday recebe um nota 8.0

Espero que tenham gostado de mais um fim de sessão, esse foi bem curto, porém espero que o próximo tenha mais coisa para falar com vocês. Muito obrigo por ter lido até aqui, se gostou do trabalho por favor compartilhe e comente qualquer dúvida critica sugestão ou quem sabe um elogio, comente aqui em baixo nos comentários. E nós vemos na próxima analise . 

terça-feira, 10 de setembro de 2019

Entre Quadrinhos: Espetacular Homem Aranha Mensal 2019

Entre Quadrinhos: Espetacular Homem Aranha Mensal 2019


Imagem relacionadaOlá leitores do Double Ls!!!! Agora eu não vou deixar o blog de lado! (Sério eu tenho que parar com esses trocadilhos, tá muito ruim...) Hoje eu vou burlar a regra desse quadro, já que eu criei muitos quadros e até é difícil lembrar. Continuando, eu irei analisar mensalmente as Mensais do Espetacular Homem Aranha da Panini todo mês!
- Cadê a parte 4 de Kingdom Hearts!!
Xiiiiiiiiiiu! Não lembra! Tá eu vou trazer breve... É difícil zerar tudo e analisar. Enfim, prepare seu lançador de teia e vamos balançar pelas as histórias do teioso!
Vamos estabelecer algumas coisas, para quem não é um leitor ácido de quadrinhos de Marvel e DC. As edições que chegam aqui no Brasil, geralmente são histórias publicadas do ano anterior ou seja, a numeração as vezes fica confusa. Por isso que ao final de um arco narrativo temos uma edição única que possui todas essas mensais juntas os famosos encadernados.

Depois dessa explicação chata, temos outra, que é a história. Por conta de ser uma narrativa contatada dês da primeira edição do Capitão América, elas são interligadas até hoje. Com isso a mensal do homem aranha, mesmo possuindo o número 1 ela não é a origem. Mas não é necessário saber tudo nem os outros arcos, eles citam as vezes só por Fan service mesmo, em uma piada, ou referências mesmo, e geralmente as versões nacionais vem com notas citando a origem delas. E se quiser saber mais sobre o que aconteceu anteriormente com o Homem Aranha, no final fiz um resumo.
A história da primeira edição é bem simples, é o homem aranha procurando um apartamento para alugar com o seu amigo, mas aparece um novo colega de quarto, que é o seu inimigo o Bumerangue. Esse plot é bem simples, focado na comédia sarcástica do teioso, bem de volta às origens, um bom início para novos leitores.

A arte da HQ é bonita e colorida, porém alguns personagens são tenebrosos como a Mary Jane.
Mas isso não muda o fato de que a Panini tem sérios problemas com a impressão de vários quadrinhos, como borrões, coloração em lugares onde não era para estar. Além de ter alguns problemas ortográficos, que as vezes machuca hahaha.
Com tudo a primeira edição da mesal do Espetacular Homem Aranha 2019 é muito boa, recomendado principalmente para quem quer começar a acompanhar a Marvel nas HQs. Além da capa ser linda demais!
Porém isso não tira o fato de alguns designs tocos, e a impressão da Panini que ocorre com uma frequência razoável no mercado.
Por isso que recebe uma nota 8.0.

Muito obrigado por ler até aqui, se possível comente qualquer dúvida, crítica ou elogios ao Double Ls, compartilhe se gostou dessa ou de outras análises. E nós vemos nas próximas análises!

Para quem quiser se situar e ler as mensais com o Double Ls, vou resumir.
O Peter Parker já é bastante experiente como herói, porém a sua vida ainda é uma bagunça, se não fosse o bastante, o Doutor octopus troca de corpo com o Aranha, em seguida a mente do Herói que estava no corpo do Octopus morre. No entanto o Doutor ganha as memórias de Peter, logo o compreendendo e gerando em um desejo de supera-lo. Assim dando origem ao Homem Aranha Superior. De início o Doutor melhorou a vida de Parker ao extremo, fundou uma empresa de sucesso, encontrou um novo amor, mas a vida do homem aranha era bastante diferente, com a sua abordagem mais violenta e pragmática, gerando conflitos com vários aliados e rivais. Porém oque o Octopus menos esperava acontece, ainda uma parte da mente de Peter estava em sua mente, chegando no final a dominar novamente seu corpo, e a morte do vilão, no entanto ele perde todas as lembranças relacionados ao aranha superior. Com isso Peter Parker tem uma empresa para gerir, que faliu... Relacionamentos deturpados, que alguns são resolvidos, e a imagem ruim do JJ Jameson a sua volta de atitude pacifica e violenta. Depois disso tudo com quase tudo resolvido o teioso volta para mais um arco.

domingo, 8 de setembro de 2019

Entre quadros Pérola


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Entre quadros Pérola


Olá a todos os leitores do Double Ls!!! Vocês estão bem? Bom eu tô bem neutro... Fim de ano tem dessas. Enfim hoje irei trazer uma editora que para mim até então era desconhecida, a editora Guará, que está produzindo o seu próprio universo de super heróis/ histórias interligadas entre si, precido com oque a Marvel já faz algum tempo, mas será que é bom mesmo? Vamos começar com Pérola!
Pérola é um quadrinho de ação, não considero este como super herói. A história é basicamente uma mulher foragida de um assassinato e para cuidar de sua irmãzinha, ela usa seu corpo para prover tudo para sua mana, até que ela é raptada e Pérola vai em busca dela.

Pela sinopse você deve estar achando, nossa deve ser legal, que arte de capa bonita, vou comprar. Eu também pensei assim, mas se eu te contar que essa sinopse é a metade do quadrinho inteiro! Sim é muito curto! E a narrativa é muito fraca, eles podiam ter gastado páginas desenvolvendo o relacionamento das personagens, em vez de ficar mostrando o trabalho dela de prostíbulo, ou com frases forçadas de pensamentos dela de como ela mesma é incrível e que todos são lixos. Mas dá para entender o objetivo desta história, porém foi mal feita, um bom exemplo que eles poderiam ter copiado mesmo é a Jéssica Jones, ela também é super empoderada e não precisa ficar falando isso para o leitor toda hora, já que ela demonstra isso com suas ações e diálogos bem feitos.

Outro pecado com essa hq são os personagens, eu não me importei com nenhum personagem na história inteira! Sim! Uma narrativa que se preze precisa fazer o leitor se importar com que está lendo, e Pérola falhou miseravelmente nesse aspecto, por conta de ser curto não houve qualquer desenvolvimento deles ao longo da jornada de poucas páginas, e eles são introduzidos do nada, a exemplo do "amigo" da protagonista de cabelo verde (que é tão insignificante que eu nem lembro o nome) ele aparece quando a irmã é raptada, e não sabemos se eles são grandes amigos, se são só colegas de trabalho ou sei lá, só sabemos que estava lá no local para dar apoio a protagonista. Além disso fica a impressão de que eles queria contar muito em pouco colocando muitas referências a obra anterior O Doutrinador. No entanto se apoiar totalmente em uma obra como o Doutrinador em uma origem é péssimo, já que você tira o foco da personagem apresentada.

Enfim nem tudo em Pérola é ruim , nós temos um brilho nessa joia. (Que trocadilho péssimo...) O desenho é muito bonito, e suas cores vibrantes destoantes da realidade"pesada" vivida pela personagem, com direito a quadros de uma página de arte! A impressão é impecável junto com a qualidade do papel e sua capa cartão, tudo por R$12,90. Se formos analisar que as mensais da Panini são mais ou menos esse preço e que por muitas vezes sofre erros de impressão e de gramática, Pérola é um prodígio no mercado Brasileiro de quadrinhos por seu primor técnico. E como a trilogia laços, vista anteriormente, aqui temos um área de pré produção também, não tão completa como laços mas mesmo assim é um detalhe legal de ter.

Contudo, Pérola é mesmo uma pérola! Para quem gosta de ter uma HQ com uma arte linda, e primor técnico impecável em todos os sentidos, é uma boa aquisição a sua coleção nacional de quadrinhos. Porém se você só quer uma boa história ambientada no Brasil, é melhor passar longe dessa aqui, já que o roteiro é muito sem sal, eu achei ruim demais, por conta de que em nenhum momento eu me importei com os personagens ou tive uma sensação de perigo real para alguns deles , a única coisa que me fez ler até o final foi sua arte e só pensava "acaba logo" ou "isso vai melhorar?".

Então é isso muito obrigado por ler essa análise até o final! Se gostou comente sobre e compartilhe para ajudar a reerguer o Double Ls! Até a próxima análise!

Lembrando que quase todas as histórias da editora Guará estão disponíveis de graça para a leitura online no site oficial deles aqui neste link! https://www.universoguara.com.br/

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Entre quadrinhos Trilogia Turma da Mônica Laços

Entre quadrinhos Trilogia Turma da Mônica Laços 

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Olá a todos os leitores do Double Ls!!! E sim, estou burlando sobre os temas desse blog, que é sobre áudio visual, Porém, meu blog, minhas regras. E agora está decretado um novo quadro, o Entre quadrinhos é análises sobre quadrinhos, grafic novels e mangás! Vamos começar com o pé direito na trilogia da Turma da Mônica Laços dos irmãos cafaggi!!!
Então agarre o  seu Sansão e tente não se emocionar com essa turma!

A trilogia é composta pelos títulos Laços, Lições e Lembranças. O enredo é bem simples, o resgate de Floquinho e suas consequências, que são bem ousadas para Turma da Monica, de longe a obra mais dramática e emocionante da franquia, entretanto, poderiam ter pegado mais pesado em alguns pontos para impactar mais o leitor (mas mesmo assim tive que pegar o meu lenço em alguns momentos, hahahahaha).  

O desenho é maravilhoso, todo o traço novo, traz a fidelidade criada por Mauricio, e ao decorrer dos títulos os personagens mundão sutilmente, principalmente a Magali, (que acima mata uma melancia com uma roupa semelhante a de Kill Bill!). Além disso cada edição vem com a opinião do Mauricio sobre a mesma e também temos uma parte de bastidores, pre produção, que é muito interessante, como foi o planejamento dos personagens cenários e etc.... 

A trilogia Laços é uma leitura obrigatória para todos os amantes da turma mais querida do Brasil! Recomendo adquirir os 3 no box feito pela Panini, mas espere uma promoção, não pague o preço do site oficial da Panini. Então é isso, esse quadro é mais curto que os demais, então até o próxima análise do Double Ls!!! Muito obrigado por ler até aqui, se possível compartilhe e comente o que você achou. 


terça-feira, 20 de agosto de 2019

New game plus Ni No Kuni Wrath of the White Witch PS3


New game plus Ni No Kuni Wrath of the White Witch PS3 

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Olá a leitores deste e do outro mundo!!! Hoje a análise de hoje é especial para mim em especial, já que é um jogo muito marcante na minha vida, e um dos melhores RPGs já feitos até o momento, disputando de frente com Persona 5 e the witcher 3! Sim, ele, Ni No Kuni Wrath of the White Witch! No qual receberá uma versão remasterizada para a nova geração no dia 20 de setembro de 2019! (perto do meu aniversário!!!! Que presente não é? Kkkkk obrigado level 5) Mas hoje irei analisar a versão do PS3 que é a melhor até o momento. Chega de enrolar "bebê chorão" e vamos para o outro mundo!!!

Ni No Kuni Wrath of the White Witch é um JRPG, desenvolvido pela Level 5 com a grandiosa Ghibli! lançado primeiramente no Nintendo DS só no Japão em 2010 e posteriormente em 2011 no PS3 ainda só no Japão, e finalmente em 2013 chega para o resto do mundo no PS3.

Vamos começar com o enredo. Acompanhamos a jornada de Oliver, um garoto de 13 anos do interior no qual perde a sua mãe em um acidente. Depois do ocorrido o garoto chora abraçado com um bicho de pelúcia, presente de sua mãe, de repente o tal bichinho ganha vida e diz que há uma forma de reviver sua mãe, mas para isso precisaria se transformar em um grande mago com a finalidade de salvar a sua mãe do outro mundo, já que os dois mundos são interligados e sofrem influencias geradas em ambos. Sem pensar ele embarca nessa longa jornada que vai de 35 à 50 horas, mas se você almeja o 100% essa aventura chega fácil nas 100 horas. Que te prende do inicio ao fim, com personagens marcantes, e momentos emocionantes ao maior estilo Ghibli de ser. Alguns podem achar vários momentos desse jogo bobo ou infantil demais porque trata de assuntos como o amadurecimento e a amizade. Mas eu lhe garanto que se você é esse tipo de pessoa, esá perdendo uma excelente narrativa julgando antes de experimentar.

O jogo funciona como qualquer JRPG na teoria, temos o Oliver e seus companheiros que se unem ao herói ao decorrer da narrativa, porém só pode controlar 3 em combate. E cada personagem leva 3 "familiares", e não são os seus parentes, fica tranquilo. Aqui temos um aspecto que basicamente é um Pokémon. Os "familiares são criaturas que são utilizadas no combate, cada criatura tem seu tipo como fogo, água, luz e etc que tem vantagem ou desvantagem contra outros tipos. Ao vencer as batalhas os personagens e os familiares ganha experiência, com isso possibilita, adquirir novas habilidades para os personagens e familiares. Porém o diferencial de Ni No Kuni é que ele é o meio termo entre combate por turno tipo Persona 5, além de ser de ação com Kingdom Hearts. Na imagem 1 abaixo temos um mini menu ao qual realizaremos uma ação predefinida, porem ao executar a ação você consegue realizar outra imediatamente, ou seja o jogo te obriga a pensar em cada ação, e mesmo cancelando a ação para realizar outra, demora um tempo para abria a opção no menu, alem de que a ação não é instantânea, deixando a merce dos inimigos em situações de aperto. E esse  jrpg é bem difícil onde cada ação apreçada ou desprovida de uma estrategia minima, te leva a morte.

Além do combate temos um sistema de criação de itens que é um dos pontos fracos, no qual jogadores mais novos irão odiar esse sistema, ele se baseia na leitura do livro de magia do Oliver, ou seja para criar uma armadura ou um item de cura o jogador terá que folhear as paginas do livro para encontra a receita e assim fazê-la. Porém esse sistema é ultrapassado já que a maioria dos jogadores não quer decorar receitas ou até mesmo ler, infelizmente, já querem a receita pronta e fazer o item com um botão. Mas na minha opinião eu gostei de como ele utilizou aqui já que traz relevância ao livro e te estimula a completalo para obter novas receitas e magias, além de conhecer mais sobre o mundo através dele.  
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imagem 1

Não é só no combate que o Ni No Kuni se consistente, temos as missões secundárias como em todo JRPG de respeito, porém aqui não lhe dão experiência, mas sim pontos de reputação que são trocados por habilidades, como menores preços em lojas ou obter itens mais raros nas batalhas, e nessas missões contam mais curiosidades do universo do jogo. 

Entretanto nem tudo é perfeito, o jogo não tem legendas em Pt Br, assim dificultando a jogatina de quem não possui um inglês mediano, já que as missões secundárias são baseadas em descrições, e em sua maioria um leva e trás de itens, que pode ser bastante repetitivo ao decorrer da aventura. Outro ponto que pode afastar os jogadores mais novos é a sua dificuldade que é amarga, como era nós jogos desse gênero antigamente. Então se você não gosta de ser estratégico, se prepara para "farmar" muuuito! 

Com tudo Ni no kuni Wrath of the White Witch é um dos melhores jogos da 7 geração. Gráficos simples porém com animações de encher os olhos feitas pelo estúdio Ghibli, além de toda arte do jogo feita com perfeição pelo estudio, dá um charme a mais ao título. História emocionante, gameplay desafiador, recebendo uma nota 10. 

Bom aqui está mais um mês game plus, obrigado por lerem até aqui, se possível compartilhe e comente a sua opinião sobre o Double Ls, queremos saber o seu lado. Então é isso nos vemos na próxima análise fui!!



segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Fim de sessão de Era uma vez em Hollywood



Fim de sessão Era uma vez em Hollywood 

Resultado de imagem para era uma vez em hollywoodOlá todos os leitores do Double Ls!!!! E sim eu não morri. E hoje temos finalmente mais um FIM DE SESSÃO P$#*@!!!! Dessa vez é um filme que todos estavam mais esperando para esse ano, sim ele o Quentin tarantino com Era uma vez em Hollywood. Então luz, câmera, claquete, AÇÃO!!!
Era uma vez em Hollywood, foi produzido pela Sony, dirigido por Quentin Tarantino.( Não vou falar todos os grandes atores/atrizes que estão no elenco porque é muitaaaaa gente). A história do filme é bem simples, onde acompanhamos a carreira de Rick Dalton( Leonardo DiCaprio) na qual não vive seus dias de glória, ambientado no final dos anos 60 em 1969. Paralelamente acompanhamos o dublê e amigo de Rick o Cliff Burton (Brad Pitt) que tenta ajudar seu amigo nesse meio selvagem de Hollywood.
Esse filme de acordo com o próprio Tarantino é uma homenagem a Hollywood, e isso fica evidente o tempo inteiro no longa e nas próprias propagandas do filme. Aqui ele pode demonstrar o seu carinho por esses cenários que pairam na maioria de seus filmes, além de entregar uma narrativa que de início é lenta e gerando uma sensação de que nada de importante foi demonstrado, mas ae que ele pega o espectador de surpresa em vários momentos na qual a sutileza nos detalhes faz a diferença, corroborando para um final incrível!
Porém somos críticos de vários rostos não é mesmo? Se não o nome seria "only L". Para quem só quer ver uma comédia violenta padrão, esse não é um filme para você, já que um dos seus pontos positivos, também pode ser seu calcanhar de Aquiles, que é sua duração de 2:50 horas!! Resumindo 3 horas no cinema.
Com tudo, Era uma vez em Hollywood é um excelente filme, cenários coloridos e bonitos, atuações impecáveis, e a direção acima da média, porém um pouco longo e eu gostaria que tivesse mais senas de longos planos sequência.
Nota:10.
Então é isso nos vemos na próximo fim de sessão, e espero que não demore tanto tempo como foi hahahahaha! Obrigado por ter lido até o final. Por favor comente sobre o que você achou, se gostou compartilhe. Até mais!

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Lenda dos games Kingdom Hearts (parte3/6)

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Lenda dos games Kingdom Hearts (parte 3/6)

Olá a todos que me acompanhavam! E sim eu não morri. E eu sei nunca conseguirei criar uma frequência aqui no Double Ls. É... Enfim não irei chorar pelo leite derramado, já que eu tenho uma missão a cumprir que é analisar todos os jogos de Kingdom Hearts  mesmo já tento lançado o 3... É... Nem todo o planejamento é perfeito. Chega de enrolação e vamos para o PIOR jogo da franquia, Kingdom Hearts Re chain of memories.

Para começar Re chain of memories era um jogo de Game Boy advance ou seja um jogo de portátil (hoje em dia equivalente a um jogo de smartphone... É os tempos mudaram). Logo a jogabilidade complexa e dinâmica da franquia sofreu grandes mudanças para que o portátil conseguisse suportar o jogo. Assim Re chain of memories para o Game Boy advance era um RPG de turnos, com um sistema inédito de cartas. Sim Kingdom Hearts com cartas... Quem teve essa ideia brilhante... No entanto como o jogo tinha uma boa narrativa e gráficos bons para o portátil ele se saiu bem nas críticas e com o público, até o fatídico dia em que eles decidiram portar esse jogo para o PlayStation 2 a sua última versão, tirando os remasterizados que eu estou utilizando para usar na minha analise. Que trouxe a pior gameplay da franquia, utilizando jogo de cartas com RPG de ação e isso tudo ao mesmo tempo! Isso faz com que em ambos os aspectos ele não é agradável em nenhum deles, nem como jogo de cartas, e muito menos como um RPG de ação. Já que o jogo por conta das cartas que o Sora utiliza torna as coisas muito lentas, porém o jogo exige agilidade do jogador, logo concretizando um completo caos na sua cabeça!
 Funciona assim, o Sora tem um número X de cartas que ele pode usar em combate, entre elas têm magias, ataques, sumons (invocação de um ou mais personagens para auxiliar no combate, geralmente são bastante apelões), e em cima tem um número que diz o poder da carta. Ao selecionar a carta o Sora concretiza a ação respectiva dela, porém pode se utilizar mais de uma carta para intensificar a ação da primeira escolhida ou seja aumentando seu poder e o número dela. Simples não é? Antes fosse! Para que seu movimento seja efetuado com sucesso é necessário que o número da carta escolhida seja maior que a do inimigo escolhido. O problema disso é quando você com cautela seleciona uma carta poderosa do seu deck ela pode ser cancelada pelos simples fato do inimigo ter uma carta maior que a sua e logo anula por completo sua jogada, assim perdendo sua carta para o "baralho", o jogo te puni por não escolher rápido a suas cartas, enquanto você tem que desviar dos golpes dos inimigo, se posicionar para que suas cartas tenham sua ação concretiza corretamente e reencher a sua mão de cartas, porque ela esvazia por conta do Sora só poder utilizar um número determinado de cartas, igual a um jogo de cartas onde sempre tem que "comprar".Além disso é que ele fica totalmente vulnerável a combos e ataques dos inimigos ao tentar encher a mão de cartas, fazendo se necessário muita sorte e estratégia ao utilizar desta mecânica que é essencial no jogo. Agora junta tudo isso em um senário minusculo e quadrado com no minimo 5 inimigos, sim, virá um caos total, ocasionando em uma morte eminente.

Deixando a gameplay de lado por um instante, temos o enredo, que é o ponto mais alto desse jogo e da franquia. Entretanto em re chain of memories ,a a historia é bastante lenta e vaga, não te prende muito, comparada ao seu antecessor, posto que sua jogabilidade te desestimula a continuar, e entender o mistério do castle oblivion. Resumindo, acompanhamos Sora, Donald e Pateta apos o final do primeiro jogo, nos quias estão a procura do rei mickey e Riku, e acabam se deparando com castle oblivion, onde coincidentemente temos em paralelo a historia de Riku e Mickey no mesmo castelo ao qual mickey auxilia Riku na "superação" do seu poder das trevas. Outro ponto desestimulador desse jogo em especifico é que os senários da disney que iremos explorar são os mesmos do jogo anterior só que muito mais simplificados, possuindo formato de salas quadradas de um labirinto sem graça, repetindo todos os plots de cada mundo jogados anteriormente de forma mais chata, que é só por texto! YYYYEH!!!!! Sério mesmo, e sim eu não estou zoando, todos as historias dentro dos mundos da disney nesse jogo são narrados por diálogos em texto, se prepara para afundar o botão x do seu controle só para passar esses diálogos. E por isso que re chain of memories tem esse posto da segunda pior narrativa da franquia ( sim temos uma bem pior que essa)

Bom a partir daqui  entraremos na zona de spoilers, mas acho muito dificil você ainda querer jogar esse jogo logo apos minhas declarações 

Primeiramente, sim eu zerei isso, tudo para poupar seu sofrimento e pular para os próximos jogos que valem mais apena. Enfim, depois de sofrer com a jogabilidade frustrante,senários tediosos e afundar o botão do meu controle chegamos no final do jogo. Resumindo Sora derrota a metade da organização XIII, que se apropriou do castle oblivion, no qual um dos integrantes no incio recita o lema do local, "to lose is find the find is the lose this is the way in castle oblivion" , traduzindo perder é achar, achar é perder, este é o meio em castle oblivion. Esse lema me intrigou no jogo inteiro, já que todos os protagonistas perdem a memoria ao decorrer da narrativa, e o único laço que possuem são de seus "corações", bobo e clichê,eu sei. Quando Sora derrota Marluxia , aparece a Namine que é uma nova personagem, que irei explicar depois, por enquanto saiba que ela é uma garota que tem poderes importantes no castelo, ela diz que Sora só teria uma unica chance de recuperar suas memorias perdidas, que era ficar em uma especie de hibernação de 2 anos para que ela reconstruísse suas lembranças, mas ele esqueceria tudo oque aconteceu em castle oblivion. VAI ##$$$$@#!!!!!!! Passei por isso tudo para chegar no final e jogar tudo pela janela! Muito bom! Enquanto isso o Riku derrota sua copia sombria do Ensam e ele parte para sua redenção, ele segue o caminho rebelde, nem luz nem escuridão, mas sim o caminho do meio, que ele chama de amanhecer. Pelo menos o Riku lembra de algumas coisas do castelo, assim não tornando essa historia 100% descartável. 

Com tudo Kingdom Hearts Re Chain of Memories de PS2, é sofrível, jogabilidade ultrapassada, senários desinteressantes e repetitivos, baseando-se em leva e trás de itens e coleta de cartas para abrir portas. Historia massante, nada que um resuminho não te ajude a amarrar as pontas soltas da franquia. A impressão que me deu foi, que tentaram mesclar duas mecânicas opostas em um porte que tinha que sair antes do Kingdom Hearts 2, logo resultou em uma ideia ambiciosa que não teve o devido desenvolvimento, e uma melhora na forma que é contada a narrativa, já que tem muitos elementos novos que são introduzidos aqui, e deve-se ser bem esclarecidos para não boiar na historia complexa de Kingdom Hearts.
Por isso tudo que Kingdom Hearts Re Chain of Memories de PS2 recebe nota: 6.0