domingo, 8 de setembro de 2019

Entre quadros Pérola


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Entre quadros Pérola


Olá a todos os leitores do Double Ls!!! Vocês estão bem? Bom eu tô bem neutro... Fim de ano tem dessas. Enfim hoje irei trazer uma editora que para mim até então era desconhecida, a editora Guará, que está produzindo o seu próprio universo de super heróis/ histórias interligadas entre si, precido com oque a Marvel já faz algum tempo, mas será que é bom mesmo? Vamos começar com Pérola!
Pérola é um quadrinho de ação, não considero este como super herói. A história é basicamente uma mulher foragida de um assassinato e para cuidar de sua irmãzinha, ela usa seu corpo para prover tudo para sua mana, até que ela é raptada e Pérola vai em busca dela.

Pela sinopse você deve estar achando, nossa deve ser legal, que arte de capa bonita, vou comprar. Eu também pensei assim, mas se eu te contar que essa sinopse é a metade do quadrinho inteiro! Sim é muito curto! E a narrativa é muito fraca, eles podiam ter gastado páginas desenvolvendo o relacionamento das personagens, em vez de ficar mostrando o trabalho dela de prostíbulo, ou com frases forçadas de pensamentos dela de como ela mesma é incrível e que todos são lixos. Mas dá para entender o objetivo desta história, porém foi mal feita, um bom exemplo que eles poderiam ter copiado mesmo é a Jéssica Jones, ela também é super empoderada e não precisa ficar falando isso para o leitor toda hora, já que ela demonstra isso com suas ações e diálogos bem feitos.

Outro pecado com essa hq são os personagens, eu não me importei com nenhum personagem na história inteira! Sim! Uma narrativa que se preze precisa fazer o leitor se importar com que está lendo, e Pérola falhou miseravelmente nesse aspecto, por conta de ser curto não houve qualquer desenvolvimento deles ao longo da jornada de poucas páginas, e eles são introduzidos do nada, a exemplo do "amigo" da protagonista de cabelo verde (que é tão insignificante que eu nem lembro o nome) ele aparece quando a irmã é raptada, e não sabemos se eles são grandes amigos, se são só colegas de trabalho ou sei lá, só sabemos que estava lá no local para dar apoio a protagonista. Além disso fica a impressão de que eles queria contar muito em pouco colocando muitas referências a obra anterior O Doutrinador. No entanto se apoiar totalmente em uma obra como o Doutrinador em uma origem é péssimo, já que você tira o foco da personagem apresentada.

Enfim nem tudo em Pérola é ruim , nós temos um brilho nessa joia. (Que trocadilho péssimo...) O desenho é muito bonito, e suas cores vibrantes destoantes da realidade"pesada" vivida pela personagem, com direito a quadros de uma página de arte! A impressão é impecável junto com a qualidade do papel e sua capa cartão, tudo por R$12,90. Se formos analisar que as mensais da Panini são mais ou menos esse preço e que por muitas vezes sofre erros de impressão e de gramática, Pérola é um prodígio no mercado Brasileiro de quadrinhos por seu primor técnico. E como a trilogia laços, vista anteriormente, aqui temos um área de pré produção também, não tão completa como laços mas mesmo assim é um detalhe legal de ter.

Contudo, Pérola é mesmo uma pérola! Para quem gosta de ter uma HQ com uma arte linda, e primor técnico impecável em todos os sentidos, é uma boa aquisição a sua coleção nacional de quadrinhos. Porém se você só quer uma boa história ambientada no Brasil, é melhor passar longe dessa aqui, já que o roteiro é muito sem sal, eu achei ruim demais, por conta de que em nenhum momento eu me importei com os personagens ou tive uma sensação de perigo real para alguns deles , a única coisa que me fez ler até o final foi sua arte e só pensava "acaba logo" ou "isso vai melhorar?".

Então é isso muito obrigado por ler essa análise até o final! Se gostou comente sobre e compartilhe para ajudar a reerguer o Double Ls! Até a próxima análise!

Lembrando que quase todas as histórias da editora Guará estão disponíveis de graça para a leitura online no site oficial deles aqui neste link! https://www.universoguara.com.br/

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Entre quadrinhos Trilogia Turma da Mônica Laços

Entre quadrinhos Trilogia Turma da Mônica Laços 

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Olá a todos os leitores do Double Ls!!! E sim, estou burlando sobre os temas desse blog, que é sobre áudio visual, Porém, meu blog, minhas regras. E agora está decretado um novo quadro, o Entre quadrinhos é análises sobre quadrinhos, grafic novels e mangás! Vamos começar com o pé direito na trilogia da Turma da Mônica Laços dos irmãos cafaggi!!!
Então agarre o  seu Sansão e tente não se emocionar com essa turma!

A trilogia é composta pelos títulos Laços, Lições e Lembranças. O enredo é bem simples, o resgate de Floquinho e suas consequências, que são bem ousadas para Turma da Monica, de longe a obra mais dramática e emocionante da franquia, entretanto, poderiam ter pegado mais pesado em alguns pontos para impactar mais o leitor (mas mesmo assim tive que pegar o meu lenço em alguns momentos, hahahahaha).  

O desenho é maravilhoso, todo o traço novo, traz a fidelidade criada por Mauricio, e ao decorrer dos títulos os personagens mundão sutilmente, principalmente a Magali, (que acima mata uma melancia com uma roupa semelhante a de Kill Bill!). Além disso cada edição vem com a opinião do Mauricio sobre a mesma e também temos uma parte de bastidores, pre produção, que é muito interessante, como foi o planejamento dos personagens cenários e etc.... 

A trilogia Laços é uma leitura obrigatória para todos os amantes da turma mais querida do Brasil! Recomendo adquirir os 3 no box feito pela Panini, mas espere uma promoção, não pague o preço do site oficial da Panini. Então é isso, esse quadro é mais curto que os demais, então até o próxima análise do Double Ls!!! Muito obrigado por ler até aqui, se possível compartilhe e comente o que você achou. 


terça-feira, 20 de agosto de 2019

New game plus Ni No Kuni Wrath of the White Witch PS3


New game plus Ni No Kuni Wrath of the White Witch PS3 

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Olá a leitores deste e do outro mundo!!! Hoje a análise de hoje é especial para mim em especial, já que é um jogo muito marcante na minha vida, e um dos melhores RPGs já feitos até o momento, disputando de frente com Persona 5 e the witcher 3! Sim, ele, Ni No Kuni Wrath of the White Witch! No qual receberá uma versão remasterizada para a nova geração no dia 20 de setembro de 2019! (perto do meu aniversário!!!! Que presente não é? Kkkkk obrigado level 5) Mas hoje irei analisar a versão do PS3 que é a melhor até o momento. Chega de enrolar "bebê chorão" e vamos para o outro mundo!!!

Ni No Kuni Wrath of the White Witch é um JRPG, desenvolvido pela Level 5 com a grandiosa Ghibli! lançado primeiramente no Nintendo DS só no Japão em 2010 e posteriormente em 2011 no PS3 ainda só no Japão, e finalmente em 2013 chega para o resto do mundo no PS3.

Vamos começar com o enredo. Acompanhamos a jornada de Oliver, um garoto de 13 anos do interior no qual perde a sua mãe em um acidente. Depois do ocorrido o garoto chora abraçado com um bicho de pelúcia, presente de sua mãe, de repente o tal bichinho ganha vida e diz que há uma forma de reviver sua mãe, mas para isso precisaria se transformar em um grande mago com a finalidade de salvar a sua mãe do outro mundo, já que os dois mundos são interligados e sofrem influencias geradas em ambos. Sem pensar ele embarca nessa longa jornada que vai de 35 à 50 horas, mas se você almeja o 100% essa aventura chega fácil nas 100 horas. Que te prende do inicio ao fim, com personagens marcantes, e momentos emocionantes ao maior estilo Ghibli de ser. Alguns podem achar vários momentos desse jogo bobo ou infantil demais porque trata de assuntos como o amadurecimento e a amizade. Mas eu lhe garanto que se você é esse tipo de pessoa, esá perdendo uma excelente narrativa julgando antes de experimentar.

O jogo funciona como qualquer JRPG na teoria, temos o Oliver e seus companheiros que se unem ao herói ao decorrer da narrativa, porém só pode controlar 3 em combate. E cada personagem leva 3 "familiares", e não são os seus parentes, fica tranquilo. Aqui temos um aspecto que basicamente é um Pokémon. Os "familiares são criaturas que são utilizadas no combate, cada criatura tem seu tipo como fogo, água, luz e etc que tem vantagem ou desvantagem contra outros tipos. Ao vencer as batalhas os personagens e os familiares ganha experiência, com isso possibilita, adquirir novas habilidades para os personagens e familiares. Porém o diferencial de Ni No Kuni é que ele é o meio termo entre combate por turno tipo Persona 5, além de ser de ação com Kingdom Hearts. Na imagem 1 abaixo temos um mini menu ao qual realizaremos uma ação predefinida, porem ao executar a ação você consegue realizar outra imediatamente, ou seja o jogo te obriga a pensar em cada ação, e mesmo cancelando a ação para realizar outra, demora um tempo para abria a opção no menu, alem de que a ação não é instantânea, deixando a merce dos inimigos em situações de aperto. E esse  jrpg é bem difícil onde cada ação apreçada ou desprovida de uma estrategia minima, te leva a morte.

Além do combate temos um sistema de criação de itens que é um dos pontos fracos, no qual jogadores mais novos irão odiar esse sistema, ele se baseia na leitura do livro de magia do Oliver, ou seja para criar uma armadura ou um item de cura o jogador terá que folhear as paginas do livro para encontra a receita e assim fazê-la. Porém esse sistema é ultrapassado já que a maioria dos jogadores não quer decorar receitas ou até mesmo ler, infelizmente, já querem a receita pronta e fazer o item com um botão. Mas na minha opinião eu gostei de como ele utilizou aqui já que traz relevância ao livro e te estimula a completalo para obter novas receitas e magias, além de conhecer mais sobre o mundo através dele.  
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imagem 1

Não é só no combate que o Ni No Kuni se consistente, temos as missões secundárias como em todo JRPG de respeito, porém aqui não lhe dão experiência, mas sim pontos de reputação que são trocados por habilidades, como menores preços em lojas ou obter itens mais raros nas batalhas, e nessas missões contam mais curiosidades do universo do jogo. 

Entretanto nem tudo é perfeito, o jogo não tem legendas em Pt Br, assim dificultando a jogatina de quem não possui um inglês mediano, já que as missões secundárias são baseadas em descrições, e em sua maioria um leva e trás de itens, que pode ser bastante repetitivo ao decorrer da aventura. Outro ponto que pode afastar os jogadores mais novos é a sua dificuldade que é amarga, como era nós jogos desse gênero antigamente. Então se você não gosta de ser estratégico, se prepara para "farmar" muuuito! 

Com tudo Ni no kuni Wrath of the White Witch é um dos melhores jogos da 7 geração. Gráficos simples porém com animações de encher os olhos feitas pelo estúdio Ghibli, além de toda arte do jogo feita com perfeição pelo estudio, dá um charme a mais ao título. História emocionante, gameplay desafiador, recebendo uma nota 10. 

Bom aqui está mais um mês game plus, obrigado por lerem até aqui, se possível compartilhe e comente a sua opinião sobre o Double Ls, queremos saber o seu lado. Então é isso nos vemos na próxima análise fui!!



segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Fim de sessão de Era uma vez em Hollywood



Fim de sessão Era uma vez em Hollywood 

Resultado de imagem para era uma vez em hollywoodOlá todos os leitores do Double Ls!!!! E sim eu não morri. E hoje temos finalmente mais um FIM DE SESSÃO P$#*@!!!! Dessa vez é um filme que todos estavam mais esperando para esse ano, sim ele o Quentin tarantino com Era uma vez em Hollywood. Então luz, câmera, claquete, AÇÃO!!!
Era uma vez em Hollywood, foi produzido pela Sony, dirigido por Quentin Tarantino.( Não vou falar todos os grandes atores/atrizes que estão no elenco porque é muitaaaaa gente). A história do filme é bem simples, onde acompanhamos a carreira de Rick Dalton( Leonardo DiCaprio) na qual não vive seus dias de glória, ambientado no final dos anos 60 em 1969. Paralelamente acompanhamos o dublê e amigo de Rick o Cliff Burton (Brad Pitt) que tenta ajudar seu amigo nesse meio selvagem de Hollywood.
Esse filme de acordo com o próprio Tarantino é uma homenagem a Hollywood, e isso fica evidente o tempo inteiro no longa e nas próprias propagandas do filme. Aqui ele pode demonstrar o seu carinho por esses cenários que pairam na maioria de seus filmes, além de entregar uma narrativa que de início é lenta e gerando uma sensação de que nada de importante foi demonstrado, mas ae que ele pega o espectador de surpresa em vários momentos na qual a sutileza nos detalhes faz a diferença, corroborando para um final incrível!
Porém somos críticos de vários rostos não é mesmo? Se não o nome seria "only L". Para quem só quer ver uma comédia violenta padrão, esse não é um filme para você, já que um dos seus pontos positivos, também pode ser seu calcanhar de Aquiles, que é sua duração de 2:50 horas!! Resumindo 3 horas no cinema.
Com tudo, Era uma vez em Hollywood é um excelente filme, cenários coloridos e bonitos, atuações impecáveis, e a direção acima da média, porém um pouco longo e eu gostaria que tivesse mais senas de longos planos sequência.
Nota:10.
Então é isso nos vemos na próximo fim de sessão, e espero que não demore tanto tempo como foi hahahahaha! Obrigado por ter lido até o final. Por favor comente sobre o que você achou, se gostou compartilhe. Até mais!

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Lenda dos games Kingdom Hearts (parte3/6)

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Lenda dos games Kingdom Hearts (parte 3/6)

Olá a todos que me acompanhavam! E sim eu não morri. E eu sei nunca conseguirei criar uma frequência aqui no Double Ls. É... Enfim não irei chorar pelo leite derramado, já que eu tenho uma missão a cumprir que é analisar todos os jogos de Kingdom Hearts  mesmo já tento lançado o 3... É... Nem todo o planejamento é perfeito. Chega de enrolação e vamos para o PIOR jogo da franquia, Kingdom Hearts Re chain of memories.

Para começar Re chain of memories era um jogo de Game Boy advance ou seja um jogo de portátil (hoje em dia equivalente a um jogo de smartphone... É os tempos mudaram). Logo a jogabilidade complexa e dinâmica da franquia sofreu grandes mudanças para que o portátil conseguisse suportar o jogo. Assim Re chain of memories para o Game Boy advance era um RPG de turnos, com um sistema inédito de cartas. Sim Kingdom Hearts com cartas... Quem teve essa ideia brilhante... No entanto como o jogo tinha uma boa narrativa e gráficos bons para o portátil ele se saiu bem nas críticas e com o público, até o fatídico dia em que eles decidiram portar esse jogo para o PlayStation 2 a sua última versão, tirando os remasterizados que eu estou utilizando para usar na minha analise. Que trouxe a pior gameplay da franquia, utilizando jogo de cartas com RPG de ação e isso tudo ao mesmo tempo! Isso faz com que em ambos os aspectos ele não é agradável em nenhum deles, nem como jogo de cartas, e muito menos como um RPG de ação. Já que o jogo por conta das cartas que o Sora utiliza torna as coisas muito lentas, porém o jogo exige agilidade do jogador, logo concretizando um completo caos na sua cabeça!
 Funciona assim, o Sora tem um número X de cartas que ele pode usar em combate, entre elas têm magias, ataques, sumons (invocação de um ou mais personagens para auxiliar no combate, geralmente são bastante apelões), e em cima tem um número que diz o poder da carta. Ao selecionar a carta o Sora concretiza a ação respectiva dela, porém pode se utilizar mais de uma carta para intensificar a ação da primeira escolhida ou seja aumentando seu poder e o número dela. Simples não é? Antes fosse! Para que seu movimento seja efetuado com sucesso é necessário que o número da carta escolhida seja maior que a do inimigo escolhido. O problema disso é quando você com cautela seleciona uma carta poderosa do seu deck ela pode ser cancelada pelos simples fato do inimigo ter uma carta maior que a sua e logo anula por completo sua jogada, assim perdendo sua carta para o "baralho", o jogo te puni por não escolher rápido a suas cartas, enquanto você tem que desviar dos golpes dos inimigo, se posicionar para que suas cartas tenham sua ação concretiza corretamente e reencher a sua mão de cartas, porque ela esvazia por conta do Sora só poder utilizar um número determinado de cartas, igual a um jogo de cartas onde sempre tem que "comprar".Além disso é que ele fica totalmente vulnerável a combos e ataques dos inimigos ao tentar encher a mão de cartas, fazendo se necessário muita sorte e estratégia ao utilizar desta mecânica que é essencial no jogo. Agora junta tudo isso em um senário minusculo e quadrado com no minimo 5 inimigos, sim, virá um caos total, ocasionando em uma morte eminente.

Deixando a gameplay de lado por um instante, temos o enredo, que é o ponto mais alto desse jogo e da franquia. Entretanto em re chain of memories ,a a historia é bastante lenta e vaga, não te prende muito, comparada ao seu antecessor, posto que sua jogabilidade te desestimula a continuar, e entender o mistério do castle oblivion. Resumindo, acompanhamos Sora, Donald e Pateta apos o final do primeiro jogo, nos quias estão a procura do rei mickey e Riku, e acabam se deparando com castle oblivion, onde coincidentemente temos em paralelo a historia de Riku e Mickey no mesmo castelo ao qual mickey auxilia Riku na "superação" do seu poder das trevas. Outro ponto desestimulador desse jogo em especifico é que os senários da disney que iremos explorar são os mesmos do jogo anterior só que muito mais simplificados, possuindo formato de salas quadradas de um labirinto sem graça, repetindo todos os plots de cada mundo jogados anteriormente de forma mais chata, que é só por texto! YYYYEH!!!!! Sério mesmo, e sim eu não estou zoando, todos as historias dentro dos mundos da disney nesse jogo são narrados por diálogos em texto, se prepara para afundar o botão x do seu controle só para passar esses diálogos. E por isso que re chain of memories tem esse posto da segunda pior narrativa da franquia ( sim temos uma bem pior que essa)

Bom a partir daqui  entraremos na zona de spoilers, mas acho muito dificil você ainda querer jogar esse jogo logo apos minhas declarações 

Primeiramente, sim eu zerei isso, tudo para poupar seu sofrimento e pular para os próximos jogos que valem mais apena. Enfim, depois de sofrer com a jogabilidade frustrante,senários tediosos e afundar o botão do meu controle chegamos no final do jogo. Resumindo Sora derrota a metade da organização XIII, que se apropriou do castle oblivion, no qual um dos integrantes no incio recita o lema do local, "to lose is find the find is the lose this is the way in castle oblivion" , traduzindo perder é achar, achar é perder, este é o meio em castle oblivion. Esse lema me intrigou no jogo inteiro, já que todos os protagonistas perdem a memoria ao decorrer da narrativa, e o único laço que possuem são de seus "corações", bobo e clichê,eu sei. Quando Sora derrota Marluxia , aparece a Namine que é uma nova personagem, que irei explicar depois, por enquanto saiba que ela é uma garota que tem poderes importantes no castelo, ela diz que Sora só teria uma unica chance de recuperar suas memorias perdidas, que era ficar em uma especie de hibernação de 2 anos para que ela reconstruísse suas lembranças, mas ele esqueceria tudo oque aconteceu em castle oblivion. VAI ##$$$$@#!!!!!!! Passei por isso tudo para chegar no final e jogar tudo pela janela! Muito bom! Enquanto isso o Riku derrota sua copia sombria do Ensam e ele parte para sua redenção, ele segue o caminho rebelde, nem luz nem escuridão, mas sim o caminho do meio, que ele chama de amanhecer. Pelo menos o Riku lembra de algumas coisas do castelo, assim não tornando essa historia 100% descartável. 

Com tudo Kingdom Hearts Re Chain of Memories de PS2, é sofrível, jogabilidade ultrapassada, senários desinteressantes e repetitivos, baseando-se em leva e trás de itens e coleta de cartas para abrir portas. Historia massante, nada que um resuminho não te ajude a amarrar as pontas soltas da franquia. A impressão que me deu foi, que tentaram mesclar duas mecânicas opostas em um porte que tinha que sair antes do Kingdom Hearts 2, logo resultou em uma ideia ambiciosa que não teve o devido desenvolvimento, e uma melhora na forma que é contada a narrativa, já que tem muitos elementos novos que são introduzidos aqui, e deve-se ser bem esclarecidos para não boiar na historia complexa de Kingdom Hearts.
Por isso tudo que Kingdom Hearts Re Chain of Memories de PS2 recebe nota: 6.0 

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Lenda dos games Kingdom Hearts (parte 2/6)



Lenda dos games Kingdom Hearts (parte 2/6)



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Olá a todos os leitores do Double Ls! Tudo bem com vocês? Espero que estejam. E hoje vamos retomar a saga Kingdom Hearts. E o próximo na linha cronológica é o primeiro jogo de 2000 para PS2. Então pegue sua Keyblade e  "my friends is my light, my Power".
O enredo se passas 10 anos depois do final de Birth by sleep. Por tanto sessão spoilers da história no final da análise.
A história começa onde 3 amigos Sora Riku e Kairi, que vivem brincando em uma ilha chamada de Destiny Island. Tudo andava bem até que criaturas das trevas, conhecidas como Hearteles, levam o melhor amigo de Sora o Riku, e logo em seguida Kairi desaparece. No entanto uma Keyblade surge em sua mão e com ela começa a combater essas criaturas, porém já era tarde demais e o mundo de Sora foi tomado pelas trevas.
De repente Sora é acordado por Pluto em uma cidade onde indivíduos que perderam seus mundos são redirecionados para lá a Taverst Town. Assim Sora segue o Pluto e se depara com o Leon (protagonista de Final Fantasy 6) que explica toda situação, de que ele é o escolhido da keyblade, que ele é o único que pode fechar as ligações ente os mundo para impedir a "locomoção" dos Hearteles. De repente, no meio da conversa surge vários Hearteles e Sora foi impedir a invasão deles na cidade. Em determinado momento ele esbarra com Donald e Pateta, que dizem estar procurando o portador da chave, como seu rei Mickey mandou em uma carta antes dele desaparecer. Então Sora, Donald e Pateta partem em uma jornada para salvar os mundos dos Hearteles, enquanto procuram o rei Mickey juntamente a procura de Riku e Kairi no caminho.  

Agora vem a parte mais longa e necessária para toda a saga Kingdom Hearts, que é como o jogo funciona. O jogo é RPG de ação com um foco maior na ação nos combates, por ser em tempo real. O Sora e seus companheiros tem magias (que gastam mana, que pode ser recuperada com poções ou matando inimigos) e habilidades que ganham durante a aventura ou ao subir de nível. Elas vão desde golpes há movimentos para melhor exploração do senário. Neles além de baús e itens a serem coletados tem os NPCS que em sua maioria são personagens da Disney do mundo que o Sora resida, e um deles poderá acompanhar nas batalhas e tendo golpes e habilidades únicas. Matando os inimigos além de ganhar XP, eles "dropam" materiais que servem para craft de itens como aumento de força, poções ou até armas, juntamente com matérias para a Gumi-ship. A Gumi-ship é uma das piores coisas deste jogo em especial. Primeiramente os controles são duros e mira imprecisa. A montagem da sua própria nave é um saco, confuso e nada intuitivo. Não seria um problema se em todo mundo finalizado, para ir ao próximo mundo, você terá que passar por um caminho de Gumi-ship, para ir e voltar de um mundo. Mas quando é liberado a viajem rápida entre os mundos visitados o problema se ameniza, no entanto... se prepare para trechos entediantes. Outro ponto que pode irritar alguns que almejam o 100%, os minigames! São opcionais, são mas não acertaram desta vez, em termos de diversão. 
Com tudo Kingdom Hearts (1) é um excelente jogo, gameplay divertido mesmo com alguns problemas de câmera, história em e emocionante, personagens carismáticos. Por isso que o Double Ls da uma nota 8.5 
Nós comentários colocarei a continuação da história com spoilers do Birth by sleep. 
E é isso, qualquer dúvida crítica ou sugestão por favor deixe nos comentários. Até a próxima análise do Doble Ls!

terça-feira, 11 de setembro de 2018

New Game Plus Marvel's Spider Man

New Game Plus Marvel's Spider Man  


Olá a todos os aranha leitores tudo bem com vocês? E hoje será um New game plus especial, já que se trata do nosso amigo da vizinhança o Homem Aranha. Então vista sua máscara, prepare seu lançador de teia para curtir esse grande título do teioso.
Primeiramente esse jogo tinha uma grande responsabilidade nas mãos de ser superior ao grande Homem Aranha 2 de PS2 ou o Homem Aranha de Game Cube, já que quem é responsável pelo título é a grande insoniac games que é responsável por Reach and Clank e Sanset over drive. Como dizia o tio Ben "com grandes poderes há grandes responsabilidades" Mas será que esse jogo consegui suprir essa grande responsabilidade?
Felizmente fãs do cabeça de teia eu tenho o prazer imenso de falar que sim cumpriu o papel com excelência. O jogo funciona nos moldes da série Batman Arkham, porém ele é único tendo suas particularidades.
Começando pelo combate que  você tem dois botões, o de golpear e a esquiva, diferente da serie Arkham que tem o contra-ataque. O teioso também tem suas bugigangas de teia, e elas se tornam muito úteis no combate, como a teia "gancho" que puxa os inimigos para uma superfície que está acoplada e prende ele, assim o nocauteado. Mas mesmo assim elas não são essenciais para o sucesso de uma luta, porém facilita muito. Os inimigos são bastante variados, com o decorrer da campanha sempre somos apresentados um novo tipo ou "raça"(criminosos, os demônios e os agentes da Sable, entre eles há vários tipos deles, os armados, com escudo,arma branca e etc) de inimigos, assim ajuda a não se enjoar de sempre enfrentar a mesma ameaça.
Mas se o você não está em um combate frenético você estará se balançando com as teias pela ilha de Manhattan, que por sinal está linda e que demonstra estar viva. Os NPCs interagem com o herói fazendo vários comentários e gestos e em sua maioria estão em grande quantidade.
A movimentação é uma das coisas incríveis desse jogo, é plástico e fluido parecendo mesmo que você está controlando o Homem Aranha, com isso ao "surfar" pela cidade se torna algo tão prazeroso e gostoso de fazer, já que no meio de Manhattan terá diversos colecionáveis, que complementam a história do herói com várias curiosidades que ele passou sendo o Aranha, com isso dá vontade de pegar todos só para ouvir as curiosidades da história do Homem Aranha. Juntamente com o J.J Jameson e seu jornal de notícias contra o Homem Aranha que é hilário de ouvir.
Vamos agora ao enredo. Aqui o Peter Para já tem seus 23 anos e atuante do manto do Aranha já por uns 8 anos, no entanto ele ainda tem dificuldades ao lidar com suas duas vidas, já que a do Homem Aranha estava muito bem obrigado e a do Peter Parker não está a das melhores. O jogo começa com o Peter indo em direção ao prédio do Fisk o rei do crime para acabar com seu império em "New York". Mas o que ele menos esperava era que isso desencadearia muitos problemas para ambas as vidas que o Peter vive...
Não passarei desse ponto porque os fãs do herói conhecem seus personagens e vilões dos quadrinhos, filmes ou até os desenhos. Mas para quem não conhece o herói muito bem ( não sei como, só se você estava morando em uma caverna nesse tempo todo, mas ... Se for o caso porque a primeira coisa séria ler uma análise do Doble Ls... Obrigado então) talvez não gostara tanto do jogo como um fã assíduo do araquenidio. Mas se você é, aqui está um prato cheio de lamber os beiços de tão delicioso que é, cada detalhe sutil e óbvio.
Bom infelizmente nada é perfeito e o Homem Aranha não seria exceção. As vezes quando tenta fazer um movimento mais delicado ou cair em um lugar com cautela, o herói se atrapalha todo, no entanto foram poucos momentos que me ocorreram. Temos alguns bugs de senário, como entrar em um objeto ou até ver o chão da cidade mas de novo foi pouquíssimas vezes que me ocorreu.
Agora temos um probleminha que só afeta a nós brasileiros, que é a dublagem. Primeiramente você não pode jogar com o áudio original com as legendas em português, já que o idioma do jogo é selecionado de acordo com idioma do seu console. Já começamos com esse problema chato, talvez não seria um problema se a dublagem fosse boa. Nós sabemos que a dublagem de jogos no Brasil é recente e muito difícil de ser feita, mas Homem Aranha já é um personagem muito conhecido em nosso país. Então porque eles não traduziram os nomes que já estão consagrados aqui!!! Sério da agonia quando joga pela primeira vez. O jogo tá em português do Brasil e as personagens falam "Spider-Man" (na legenda também). E quando tem um nome com "r" ou derivados de outros sons diferentes entre as línguas, eles falam com o sotaque de brasileiro que tem algum conhecimento de inglês , que as vezes parece um pirata! Espero que consertem isso urgente! Para ontem!

Com tudo, Marvel's Spider Man, é o melhor jogo do herói já lançado, tirando finalmente o Homem aranha 2 do PS2 do pedestal. Historia muito bem construída e dinâmica, gameplay divertido e gráficos lindíssimos. Mesmo com a dublagem em português deixando a desejar, e alguns bugs, não atrapalha ou ofusca a maravilhosa experiencia desse titulo.
Por tudo isso a nota de Marvel's Spider Man é de 9.8. Um forte concorrente a game do ano. 
Bom obrigado por ter me acompanhado até aqui.Compartilhem está analise para seus amigos ou pessoas que talvez gostem desse conteúdo, juntamente com seu gostei para ajudar o Double Ls, seu feedback é muito importante. E qualquer duvida, critica ou sugestão deixe nos comentários. Nos vemos na próxima analise, tchau!!!